A IMPORTÂNCIA DO DIÁLOGO PARA
O SETOR DE FLORESTAS PLANTADAS
POR CARLOS ROXO
Atualmente é membro do Grupo Executivo da Coalizão Brasil Clima Florestas
e Agricultura e sócio da empresa de consultoria Maker Sustentabilidade.
Foi diretor de Sustentabilidade e Relações Corporativas da Fibria (atual Suzano), tendo sido membro do Grupo Florestal do World Business Council for Sustainable Development (WBCSD), e co-líder do The Forest Dialogue.
O Setor Florestal mundial, e o brasileiro em particular, deve se orgulhar do seu pioneirismo na construção de diálogos multistakeholderscom outros setores, que inspiraram diversas iniciativas. Isso decorre do fato de o setor ter entendido que na vida não se faz nada sozinho e que, para crescer, precisaria aliar seu empreendedorismo e capacidade de inovação ao diálogo com a sociedade.Nos anos 1990, o manejo de florestas tinha-se tornado o foco da discussão mundial entre empresas, ONGs, consumidores e opinião pública, com a mesma intensidade com que se discutem hoje as mudanças climáticas. Essas discussões tornaram-se difí-ceis por envolverem uma grande diversidade de interesses, sendo marcadas pela polarização, fragmentação e demonização.Na época, as preocupações levantadas variavam com a geografia. Na Europa e nos Estados Unidos, o foco era o tamanho das áreas de colheita, muitas vezes envolvendo Parques Nacionais, assim como a proteção das áreas com alta diversidade. Já no Brasil, Chile e África do Sul as discussões miravam as árvores cultivadas, levantando temas como monocultura, espécies exóticas, herbicidas, organismos geneticamente modificados (OGMs), condições de trabalho e impacto nas comunidades.Leia o artigo completo no PDF



