A expedição de papelão ondulado no Brasil alcançou 379.925 toneladas em julho de 2026, alta de 0,3% em relação ao mesmo mês do ano passado, segundo o Índice Brasileiro de Papelão Ondulado (IBPO), elaborado pela Empapel (Associação Brasileira de Embalagens em Papel) em parceria com a FGV/Ibre (Fundação Getulio Vargas/Instituto Brasileiro de Economia). O resultado representa o maior volume já registrado para um mês de julho desde o início da série histórica do indicador, em 2005.

Julho foi o quarto mês de 2026 a registrar recorde de expedição na comparação com o mesmo período dos anos anteriores. Antes disso, o indicador havia atingido os maiores volumes históricos para os meses de janeiro, abril e junho.
Considerando a expedição por dia útil, o volume chegou a 14.071 toneladas, também com crescimento de 0,3% na comparação anual. O resultado leva em conta os 27 dias úteis registrados em julho de 2026, mesma quantidade observada no mesmo mês de 2025.
Na série com ajuste sazonal, o IBPO apresentou recuo de 0,1% em julho, para 160,6 pontos. Nesse recorte, a expedição totalizou 359.876 toneladas, enquanto o volume por dia útil foi de 13.329 toneladas, queda de 7,5% em relação ao mês anterior.
O desempenho da expedição de papelão ondulado é acompanhado como um dos indicadores antecedentes da atividade econômica brasileira. Presente em praticamente todas as cadeias produtivas, o material está relacionado ao desempenho de setores como alimentos, bebidas, higiene, farmacêutico, agronegócio, indústria de transformação, logística e comércio eletrônico.
Por estar diretamente associado ao transporte, armazenamento e comercialização de mercadorias, o papelão ondulado acompanha movimentos da produção industrial, do consumo e da circulação de produtos no país.
Fonte: Empapel



