Reinventar As Organizações. Será Que É Possível?

Será que é possível criar organizações livres das
patologias que aparecem tão frequentemente nos
ambientes de trabalho? Livres de politicagem, burocracia
e rivalidade? Livres de estresse e exaustão?
Livres de resignação, ressentimento e apatia? Livres de
exibições do topo e do trabalho penoso na base? Será que
é possível reinventar as organizações, projetando um novo
modelo que torne o trabalho mais produtivo, gratificante e
cheio de significado?
Com estas provocações, Frederic Laloux abre o livro Reinventando
as Organizações e joga a “batata quente” em nossos
colos e, que a verdade seja dita, muitas das empresas hoje não
conseguem responder, com a velocidade necessária, às mudanças
que o mundo tem passado e, com isso, tem perdido primeiro
em competitividade, o que já é muito ruim, mas também
tem ocorrido perdas em capital humano – gente muito competente
que por algum motivo perdeu a inspiração e a motivação
de permanecer na empresa.
A questão é: será que a forma como enxergamos o mundo,

hoje, nos limita ou nos possibilita criarmos modelos de gestão
mais modernos e eficientes? As startups estão aí para nos
provar que é possível inovar e sair do lugar comum de fazer
sempre mais do mesmo. Elas nasceram em tempos difíceis e
têm como estratégia estilos de gestão e produção ágeis, simples
e bem mais inteligentes, que prometem revolucionar a forma
com a qual fizemos negócios até os dias de hoje.
Mas veja bem: aproveito para lhe dizer que é preciso estarmos
atentos quando paramos para olhar a performance das
organizações em uma fotografia recente, para não as demonizarmos,
pois a reflexão provocada por esta coluna não é sobre
isso. A questão levantada por Laloux é uma questão importante
e que tem intrigado mentes brilhantes que estudam o futuro
das organizações. Estamos tratando aqui de algo sério, que é
a sensação constante de estarmos cada dia mais “exaustos” da
estrutura frenética vivenciada nas organizações, rotina essa que
muitas vezes esconde na sua estrutura profissionais adoecidos
e completamente perdidos dentro de um grande sentimento de
vazio, ou seja, de falta de pertencimento e propósito.
  • Mais sobre:
  • RH

Últimas Notícias

Primeira fábrica de celulose do Paraguai já tem créditos de carbono aprovados antes de sua instalação

Paracel, primeira fábrica de celulose do Paraguai, tem 191.809 créditos de carbono aprovados e avança com obras do polo industrial e acordo com a Sudati.

Brasil bate recorde na produção e exportação de celulose em 2025, aponta Ibá

A produção brasileira de celulose bateu recorde de 29,4 milhões de toneladas em 2025, enquanto as exportações chegaram a 20,7 milhões de toneladas, segundo o Relatório Anual 2026 da Ibá.

Desenvolvimento tecnológico, biorrefinaria e eficiência industrial marcam o último dia do Congresso ABTCP 2026

Rede Conecta, avanços em inteligência artificial na manutenção, pesquisas em biorrefinaria e celulose e iniciativas de formação profissional estiveram entre os destaques

Branded Contents

Como a Ambipar otimiza a gestão hídrica na indústria de papel e celulose através da dragagem sustentável

A Ambipar oferece serviços de dragagem hidráulica com desaguamento em geobags

LEMI Soluções Industriais: engenharia, previsibilidade e segurança para operações de alta criticidade

Especializada em grandes paradas, ampliações e projetos de alta complexidade, a Lemi atende importantes grupos

Compartilhar

Newsletter

Mantenha-se Atualizado!

Assine nossa newsletter gratuita e receba com exclusividade notícias e novidades