Unidade da Suzano em Ribas do Rio Pardo (MS) alcança marca de 2 milhões de toneladas de celulose produzidas

Este é o terceiro marco importante registrado em tempo recorde desde o início das operações em 21 de julho de 2024, o que reforça o alto desempenho da nova unidade

A Suzano alcançou no sábado (07/06) a marca de 2 milhões de toneladas de celulose produzidas na nova fábrica em Ribas do Rio Pardo (MS). O resultado foi registrado 321 dias após o início das operações, em 21 de julho de 2024, e menos de cinco meses após atingir o primeiro milhão de toneladas — um novo recorde para a unidade, que reafirma sua excelência operacional. A fábrica concluiu sua curva de aprendizagem em pouco mais de cinco meses e atingiu o primeiro milhão em menos de seis meses, o menor tempo já registrado por uma unidade do setor.

Para Leonardo Mendonça Pimenta, diretor de Operações Industriais da Suzano em Ribas do Rio Pardo, os números e recordes refletem a qualidade operacional construída ao longo de mais de 100 anos de história. “Os marcos alcançados traduzem não apenas o desempenho industrial, mas também a maturidade da empresa, o domínio do setor e o investimento contínuo em tecnologia, pessoas e sustentabilidade. Desde o início das operações, a nova fábrica tem superado desafios em escala, eficiência e competitividade. Esses avanços são resultado do esforço conjunto das equipes, com foco técnico, integração e responsabilidade socioambiental”, afirma.

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Segundo Claudio Nunes Aguiar, gerente executivo de Produção da Suzano em Ribas do Rio Pardo, o novo marco reforça o alto desempenho da unidade e a dedicação da equipe. “O resultado reflete a eficiência no processo de partida e estabilização da fábrica, além do comprometimento de todos os envolvidos. Mais do que números, mostra a importância do trabalho conjunto e do foco em sustentabilidade, com impacto positivo para o mercado e a comunidade. Vale destacar ainda a contribuição das áreas de engenharia, com uma montagem precisa; florestal, pelo fornecimento de madeira de qualidade; e logística, pela agilidade no escoamento da produção”, afirma.

Para Rodrigo Zagonel, diretor de Operações Florestais da Suzano em Ribas do Rio Pardo, a produção de 2 milhões de toneladas de celulose reflete a eficiente integração entre as operações florestais e industriais, característica do empreendimento desde sua criação. “A qualidade da madeira de eucalipto, cultivada com práticas sustentáveis, foi fundamental para o alto desempenho da fábrica. Nossas operações no Mato Grosso do Sul, apoiadas por uma logística eficiente, garantiram o fornecimento contínuo e preciso, assegurando a estabilidade e eficiência do processo produtivo. Esse resultado é fruto do trabalho conjunto, com foco em responsabilidade ambiental e desenvolvimento regional”, afirma.

A unidade

Foto Divulgação Suzano

Com capacidade para produzir 2,55 milhões de toneladas de celulose de eucalipto por ano, a Unidade de Ribas do Rio Pardo é a maior fábrica de celulose em linha única do mundo. O ritmo acelerado e consistente da produção desde o início tem sido fundamental para a conquista de marcos sucessivos em tempo recorde. Com a nova planta, a capacidade instalada de produção da Suzano saltou de 10,9 para 13,44 milhões de toneladas anuais — um aumento superior a 20%. A maior parte dessa produção é destinada ao mercado externo e escoada por uma combinação de modais rodoviário e ferroviário até os terminais portuários de Santos (SP).

Maior investimento da Suzano em 100 anos de história, a unidade de Ribas do Rio Pardo contou com investimento total de R$ 22,2 bilhões, que incluem a construção da fábrica e iniciativas como a formação da base florestal e a estrutura logística para escoamento da celulose, com cerca de 3 mil colaboradores(as) diretos, entre próprios e terceiros, atuando nas operações florestais e industriais. Parte desses(as) profissionais começou a ser formada muito antes do início das operações por meio de iniciativas próprias da Suzano, juntamente com seus parceiros, para valorizar a mão de obra local e contribuir com o desenvolvimento socioeconômico da região.

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