Universidade Setorial ABTCP avança em projetos socioeducacionais

Com apoio da Interação Urbana e outros parceiros, a Universidade Setorial ABTCP lançará em breve a Escola da Comunidade com ações voltadas para a população no entorno das indústrias de celulose e papel

Na última sexta-feira, 8 de novembro, a Universidade Setorial (US) ABTCP realizou uma reunião estratégica coordenada por Elidio Frias, Head de Marketing e Viviane Nunes, Head de Educação da Associação, e Marco Aurélio de Lima pela Interação Urbana, empresa de consultoria que tem como principal pilar a diversidade e a abrangência das comunidades e negócios, incentivando boas práticas de gestão pública. Participaram  do encontro Mauro Zanin, diretor de políticas públicas, e Marcos Tsutomu, diretor de planejamento estratégico público e infraestrutura, ambos da Interação Urbana.

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O encontro teve como foco o alinhamento de ações para a criação da Escola da Comunidade, um projeto educacional da US ABTCP voltado a promover melhorias no nível de escolaridade da população local no entorno das fábricas de celulose e papel, que contará com diversos parceiros para a sua realização. “A iniciativa busca beneficiar tanto as comunidades quanto o setor, contribuindo para o desenvolvimento da população, ao ampliar as oportunidades de trabalho por meio do aprendizado”, diz Viviane Nunes.

Vale dizer que a US ABTCP foi criada em janeiro de 2024 para suprir a demanda por profissionais qualificados no setor de celulose e papel e já impactou mais de 8 mil pessoas em seu primeiro ano por meio de cursos, palestras e webinars. Em sua fase atual, lançou três grandes novidades, a Trilha de Aprendizagem ESG, a pós-graduação em Recuperação e Utilidades e a Academia da Liderança, para o desenvolvimento de soft skills.

Agora, ao avançar para a terceira fase de seu projeto, a US ABTCP busca consolidar sua atuação com a Escola da Comunidade, ampliando seu impacto social e educacional. Para Viviane Nunes, este é um passo fundamental para apoiar as empresas do setor fomentando a mão-de-obra local, além de contribuir com o desenvolvimento de projetos socioeducacionais nas regiões próximas às indústrias de celulose e papel. “O próximo passo é transformar as propostas discutidas em ações concretas”, destaca.

Para Elidio Frias, a iniciativa reforça o compromisso da ABTCP com as metas do setor integradas ao conceito ESG, promovendo um equilíbrio entre as dimensões ambiental, social e econômica.

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Fernanda Capo
Advogada formada na Universidade Presbiteriana Mackenzie e pós-graduanda em Jornalismo Digital pela Fundação Casper Líbero.

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