“O Brasil não é prioridade para a APP da China, pelo menos por enquanto.” Isso é o que afirma o executivo Geraldo Ferreira, da Cathay, que representa a fabricante chinesa de celulose e papel no País. A matéria, publicada recentemente sobre o assunto pela grande imprensa, citava investimentos de US$ 1 bilhão da APP na construção de uma fábrica de celulose no Brasil.
Contudo, o executivo falou à O Papel que a empresa possui outras prioridades em sua agenda, antes de pensar na efetivação deste projeto em território nacional. Dentre estas consta uma nova planta de celulose na China, uma máquina de papel-cartão prevista para entrar em operação em 2013, além da maior máquina voltada à produção de papel couché do mundo que está funcionando desde julho desse ano na fábrica de Hainan Jinhai na ilha de Hainan (China).
Ferreira deverá ir à China ainda em agosto/2010, para convidar pessoalmente os executivos da APP a visitar o Brasil, para então avaliar futuros investimentos no País. A atratividade internacional no desenvolvimento de projetos brasileiros está basicamente concentrada em custo de produção e nas vantagens de plantio e crescimento do eucalipto, devido às condições favoráveis do clima tropical.



