Há pouco mais de um ano, executivos e profissionais do setor tentavam definir durante o ABTCP 2008 o que era a crise econômica mundial e suas consequências tanto para o setor de celulose e papel quanto para o Brasil. Agora, nas mesmas salas do ExpoTransamérica, em São Paulo, durante o ABTCP-PI 2009, os debates ganharam um novo contexto, marcado por maior clareza dos impactos e desafios para o setor daqui para a frente. “Os períodos de crise catalisam e aceleram mudanças, a necessidade promove a inovação e os pontos fracos e fortes tornam-se mais explícitos”, resume Carlos Farinha e Silva, vice-presidente sênior da Pöyry Tecnologia e um dos palestrantes do Panorama Setorial, painel
que ocorreu no primeiro dia de evento.
Na lista de vantagens do Brasil para a produção de celulose, continuam em primeiro lugar a produtividade florestal e o baixo custo de produção. Por outro lado, a queda de preço da commodity e a desvalorização do dólar se tornaram a maior preocupação no momento, já que as vendas voltaram a patamares normais, mas a receita ainda está muito abaixo do período anterior à crise.
“Nossa produção de celulose não caiu em 2009; muito pelo contrário, no acumulado do ano registramos 16% de aumento de volume vendido, mas ainda assim nossa receita foi 22% menor e, segundo nosso prognóstico, deve cair ainda mais”, apontou Elizabeth de Carvalhaes, presidente da Associação Brasileira de Celulose e Papel (Bracelpa).
(continua)
* Veja no PDF a reportagem completa
que ocorreu no primeiro dia de evento.
Na lista de vantagens do Brasil para a produção de celulose, continuam em primeiro lugar a produtividade florestal e o baixo custo de produção. Por outro lado, a queda de preço da commodity e a desvalorização do dólar se tornaram a maior preocupação no momento, já que as vendas voltaram a patamares normais, mas a receita ainda está muito abaixo do período anterior à crise.
“Nossa produção de celulose não caiu em 2009; muito pelo contrário, no acumulado do ano registramos 16% de aumento de volume vendido, mas ainda assim nossa receita foi 22% menor e, segundo nosso prognóstico, deve cair ainda mais”, apontou Elizabeth de Carvalhaes, presidente da Associação Brasileira de Celulose e Papel (Bracelpa).
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