Setor Florestal Emitiu 17 Títulos Verdes Em Seis Anos

SETOR FLORESTAL EMITE 
17 TÍTULOS VERDES NOS 
ÚLTIMOS SEIS ANOS, 
DIRECIONANDO UM 
APORTE TOTAL 
DE R$ 15,6 BILHÕES
A PROJETOS COM 
ADICIONALIDADE AMBIENTAL


Ao passo que os impactos acarretados pela mudança climática estão 
próximos do nosso cotidiano, a necessidade de promover ações capazes 
de freá-la ganha urgência – e já assume tom de unanimidade – entre as 
diversas camadas que contemplam a sociedade atual. Neste contexto, 
o desenvolvimento de projetos dedicados a implementar práticas 
ambientalmente apropriadas é mais do que bem-vindo, é mandatório. 
Os chamados green bonds, ou títulos verdes, têm papel relevante no desenrolar da almejada bioeconomia, à medida que disponibilizam recursos a iniciativas atreladas ao tema. “A partir de uma rotulagem verde, conseguimos canalizar recursos para projetos com adicionalidade ambiental e mostrar isso para todo o mundo. Além de captar investidores que têm essa preocupação, portanto, é possível direcionar recursos para o impacto ambiental e social positivo. 
Isso certamente tem um papel muito importante, se considerarmos que é uma ferramenta para financiar projetos que irão contribuir para o desenvolvimento sustentável e para a bioeconomia de forma geral”, define Isabela Coutinho, coordenadora de Pesquisa & Avaliação da NINT, maior empresa de consultoria e avaliação ESG da América Latina e Caribe.
Na entrevista a seguir, Isabela faz um detalhamento sobre os trâmites que envolvem a emissão de um título verde, comenta sobre o posicionamento pioneiro do setor de base florestal em tais emissões e adianta os desdobramentos que devem marcar o decorrer deste ano.

Leia a entrevista no PDF
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Caroline Martin
Jornalista com 17 anos de experiência, sendo 6 deles em redação e 11 como freelancer. Formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Metodista de São Paulo, teve o seu desenvolvimento profissional focado em redação e edição de conteúdos para editorias variadas de veículos impressos e online. O contato com a indústria de celulose e papel teve início em 2010, quando começou a atuar como repórter da revista O Papel, publicação mensal da Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel (ABTCP), que hoje circula nas versões impressa e digital. Desde então, produz reportagens técnicas relacionadas à cadeia produtiva do setor, incluindo análises de mercado, inovações tecnológicas e perfis profissionais. Em 2015, foi vencedora do Prêmio Especialistas — Categoria Papel e Celulose, promovido pela revista Negócios da Comunicação.

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