Suzano Ribas do Rio Pardo: escala, eficiência e um novo patamar operacional

A unidade de Ribas do Rio Pardo, da Suzano, surge como um marco recente na indústria global de celulose ao atingir, já em seu primeiro ano completo de operação, níveis de desempenho acima da capacidade nominal. Inaugurada em julho de 2024 como parte do Projeto Cerrado, o maior investimento da história da companhia, a fábrica demonstra uma curva de aprendizado acelerada e consolida rapidamente sua maturidade industrial, algo incomum para projetos dessa escala.

Mais do que volume, o diferencial está na consistência operacional. A unidade conseguiu sustentar produção acima da capacidade projetada por períodos prolongados, alcançando 2,58 milhões de toneladas em 2025 e operando por 30 dias consecutivos acima do nominal diário de 7.203 toneladas. Esse desempenho reforça não apenas a robustez tecnológica, mas também a eficiência sistêmica do projeto, posicionando a planta como um novo benchmark global no setor.

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A reportagem também destaca como a combinação entre engenharia, execução em modelo EPC e integração de processos foi determinante para antecipar resultados. A operação em Ribas do Rio Pardo evidencia uma mudança de paradigma na indústria: grandes projetos não apenas entregando escala, mas também velocidade de ramp-up e estabilidade operacional desde os primeiros ciclos produtivos.

Além dos números, a análise aborda os impactos estratégicos para a Suzano e para o Brasil no mercado internacional de celulose, reforçando a competitividade do país em um setor altamente globalizado. A unidade passa a ser referência tanto em custo quanto em eficiência, influenciando decisões futuras de investimento e expansão no segmento.

📄 A matéria completa aprofunda os bastidores do projeto, traz entrevistas e detalha os fatores que sustentam esse novo patamar operacional. Vale a leitura no PDF.

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Thais Negri Santi

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