O controle convencional do Consumo Específico de Energia (SEC) é capaz de manter o nível de drenagem desejado a curto prazo, se a matéria-prima permanecer estável.
O conceito anteriormente introduzido em algumas fábricas de celulose de fibras longa e curta de nível ótimo de kappa é aqui adaptado ao processamento de celulose de eucaliptos. Testes de laboratório para aumentar o número kappa do cozimento indicam melhorias de rendimento da polpa ao longo da linha de fibras e também melhorias em algumas propriedades da celulose branqueada.
O presente trabalho visa apresentar, através de exemplos práticos na indústria de celulose e papel, novas ferramentas para avaliação de desempenho e auditoria de malhas de controle. O controle das diversas variáveis de processo disponíveis é fundamental para o bom desempenho da planta e para a qualidade do produto final, resultando numa maior lucratividade.
Neste trabalho, analisa-se a influência da composição química do licor negro de eucalipto em suas propriedades físicas, visando predizer seu processamento na unidade industrial de recuperação. Para tal, utilizaram-se amostras de licor negro de eucalipto provenientes de cinco diferentes unidades industriais brasileiras e desenvolveu-se uma metodologia experimental para a caracterização química do licor.
Com o desenvolvimento das técnicas de analise via espectroscopia no infravermelho próximo, e a conseqüente economia de tempo que essas proporcionam, um fator que passou a ser de grande importância nesses estudos é a forma como as amostras são processadas.
Em dezembro de 2003 foi instalado um novo branqueamento na Suzano Papel e Celulose S/A, unidade de Suzano, iniciando o branqueamento com seqüência em três estágios, visando a produção de polpa kraft de eucalipto, com alvura entre 88 e 90%ISO.
Apresentam-se a modelagem e o cálculo da operação de lavagem pelo filtro cilíndrico rotativo a vácuo. Elaborou-se um modelo matemático baseado na teoria fundamental de filtração a pressão constante e a partir de parâmetros empíricos, determinados experimentalmente.
As incrustações solúveis são formadas por sais de sódio que precipitam na medida em que a concentração de sólidos aumenta durante o processo de evaporação. A solubilidade destes compostos é função da composição química do licor, teor de sólidos e temperatura [2].
Estudos já realizados apontam para a lixiviação da cinza do precipitador eletrostático como a técnica mais simples e uma das mais economicamente competitivas para a remoção de íons inertes na indústria de celulose. De acordo com a literatura, pode-se alcançar, a princípio, uma remoção em torno de 75% a 100% dos sais de cloreto e potássio das cinzas provenientes do precipitador da caldeira, com uma perda de sulfato e carbonato de sódio (Na2SO4 e o Na2CO3) da ordem de 10% a 30%.
A flexibilidade das fibras de polpa celulósica, quando em estado úmido, é considerada de importância para a consolidação da folha de papel. Por isso, ao longo dos anos foram desenvolvidos vários métodos para medição da flexibilidade de fibras úmidas individuais.
Este trabalho tenciona apresentar uma resenha teórica com foco nas experiências realizadas na área do desaguamento a vácuo e oferecer algumas sugestões quanto a possíveis modificações deste processo. O trabalho se distribui em três partes principais: o quadro teórico, as experiências e a modelação.
Este trabalho apresenta a discussão detalhada dos espectros na região do infravermelho de alguns produtos utilizados na indústria de celulose e papel. A comparação desses espectros com aqueles de várias amostras de incrustações e pitch, formados durante o processo de produção de celulose e papel, mostrou a presença de ácidos graxos, ésteres graxos, celulose, hidrocarbonetos, sais de ácidos graxos, caolinita, argila e silicone, oriundos de antiespumante, que foram qualitativamente identificados nas amostras. A necessidade de um tratamento prévio da amostra e a limitação da técnica são discutidas.
Novas barreiras nos EUA expõem a dependência comercial do setor e mostram que competir melhor exige negociar lá fora e reduzir a “autotaxação” no Brasil.
Com o acordo, o setor ganha previsibilidade tarifária e ambiente institucional mais estruturado para acessar o mercado europeu, em meio à reconfiguração do comércio internacional.