A crise econômica dos últimos quatro anos fez a taxa de desemprego subir dos 5,4% em 2013 para os atuais 12,4%, o que atingiu em cheio o bolso do brasileiro, resultando em redução do poder de compra e mudança nos hábitos de consumo.
Com demanda sólida em todos os mercados, a empresa anunciou os novos preços-lista, que serão de US$ 1.000/t para a Europa, US$ 1.190/t para a América do Norte, US$ 820/t na China e US$ 900/t na Coreia do Sul.
Novas barreiras nos EUA expõem a dependência comercial do setor e mostram que competir melhor exige negociar lá fora e reduzir a “autotaxação” no Brasil.
Com o acordo, o setor ganha previsibilidade tarifária e ambiente institucional mais estruturado para acessar o mercado europeu, em meio à reconfiguração do comércio internacional.