Exclusivo para associados e assinantes - Por Rod Fisher - De tudo o que afeta as empresas do setor de papel e celulose, as taxas de câmbio estão entre as forças mais significativas, mas sobre as quais o setor não tem nenhum controle.
O contrato entre as duas empresas estabelece o compromisso firme de aquisição pela Fibria, ou por suas subsidiárias, do volume mínimo de 900 mil toneladas anuais de celulose de fibra curta
De modo geral, na maioria dos mercados houve indicações de aumento dos preços em dólares para a celulose de fibra curta (BHKP) e queda para a de fibra longa (NBSKP).
No primeiro mês de 2015, a produção brasileira de celulose atingiu 1,5 milhão de toneladas, alta de 12,3% em relação ao mesmo período de 2014, quando foram produzidas 1,3 milhão de toneladas
Novas barreiras nos EUA expõem a dependência comercial do setor e mostram que competir melhor exige negociar lá fora e reduzir a “autotaxação” no Brasil.
Com o acordo, o setor ganha previsibilidade tarifária e ambiente institucional mais estruturado para acessar o mercado europeu, em meio à reconfiguração do comércio internacional.