Muitos dos desdobramentos
previstos a partir da
consolidação da Indústria
4.0 já tiveram início e vêm
transformando a rotina operacional das
fábricas de celulose e papel. Tecnologias
de automação, sistemas que atuam a partir
de inteligência artificial, coleta de dados
expandida e computação em nuvem
são alguns exemplos de como a nova realidade
vem sendo colocada em prática
pelos players do setor. As mudanças que
tais tendências irão acarretar no médio e
longo prazos, contudo, ainda são imensuráveis,
tamanho potencial a ser explorado
ao longo dessa trajetória futura.
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Jornalista com 17 anos de experiência, sendo 6 deles em redação e 11 como freelancer. Formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Metodista de São Paulo, teve o seu desenvolvimento profissional focado em redação e edição de conteúdos para editorias variadas de veículos impressos e online. O contato com a indústria de celulose e papel teve início em 2010, quando começou a atuar como repórter da revista O Papel, publicação mensal da Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel (ABTCP), que hoje circula nas versões impressa e digital. Desde então, produz reportagens técnicas relacionadas à cadeia produtiva do setor, incluindo análises de mercado, inovações tecnológicas e perfis profissionais. Em 2015, foi vencedora do Prêmio Especialistas — Categoria Papel e Celulose, promovido pela revista Negócios da Comunicação.