Conforme dados do Balanço Setorial do setor, a produção física da indústria de embalagem cresceu 1,50%, contra um crescimento de 0,27% da indústria geral em 2011. Ainda conforme o estudo, no primeiro semestre do ano passado o setor se manteve em crescimento, registrando aumento de 3,11% em relação ao mesmo período de 2010. No segundo semestre, no entanto, o ritmo arrefeceu e a produção apresentou retração de 0,07% se comparada ao mesmo período do ano anterior.
Se avaliada a produção física nos últimos 18 anos, observa-se que o período em que a indústria teve seu pior desempenho foi em 2003 com 6,32% de recuo e a maior alta em 2010 com crescimento de 10,23%.
Ao analisar o desempenho da produção física na era dos planos econômicos, tem-se que o setor atingiu a taxamáxima de 16,75% em 1985, ano do Plano Cruzado e a taxa mínima de ‐13,81%, em 1990, ano do Plano Collor.
VALOR DA PRODUÇÃO
O valor da produção física de embalagem atingiu 42,1 bilhões de reais em 2011. A participação por setor neste faturamento é de 38% dos materiais plásticos, seguido pelo setor de papelão ondulado com 17,69% e de cartolina e papel cartão com 10,27%.
EMPREGO FORMAL
O setor registrou nível recorde de 226.210 empregados com carteira assinada em outubro de 2011, recuando nos dois meses finais do ano, fechando o ano com 223.335 empregados com carteira assinada.
A perspectiva para 2012 é que o nível de emprego na indústria de embalagem deverá consolidar-se no patamar de 230 mil ocupações.
Fonte: ABRE



