A Irani reforça seu compromisso com a conservação da biodiversidade e o manejo responsável de seus recursos florestais, destacando as áreas de conservação em sua base florestal, em reconhecimento ao Dia da Árvore, celebrado em 21 de setembro.
Atualmente, a companhia possui aproximadamente 37,3 mil hectares de terras próprias, sendo 29,5 mil em Santa Catarina e 7,8 mil no Rio Grande do Sul, além de 1,0 mil hectares de terras arrendadas. Sua base florestal é composta por áreas de cultivo, infraestrutura e 16,6 mil hectares de vegetação nativa, reserva legal e preservação permanente, reforçando a gestão responsável dos recursos naturais.
Em Santa Catarina, as florestas plantadas de pinus estão destinadas ao fornecimento de fibra para a produção de celulose e localizadas a um raio médio de 20 quilômetros da fábrica, contribuindo para a eficiência logística da operação. No Rio Grande do Sul, as áreas são destinadas à comercialização de madeira e ao arrendamento para extração de resinas.
“Nosso manejo florestal busca conciliar a produtividade e o abastecimento de madeira com a conservação dos ecossistemas. Manter áreas nativas, monitorar a fauna e a flora e proteger locais de alto valor de conservação são ações fundamentais para garantir o equilíbrio ambiental e a sustentabilidade da nossa operação no longo prazo”, destaca Leandro Farina, gerente de Saúde, Segurança, Qualidade e Sustentabilidade da Irani.
Áreas de conservação
Entre os espaços destinados à conservação estão as Áreas de Alto Valor de Conservação (AAVCs), que somam aproximadamente 3,15 mil hectares de vegetação nativa preservada nos municípios catarinenses de Irani e Vargem Bonita.
Essas áreas recebem monitoramento contínuo justamente por apresentarem características ambientais relevantes para a conservação de espécies, ecossistemas e serviços ambientais. O acompanhamento permite identificar mudanças na fauna e na flora e orientar medidas de proteção dentro da base florestal.
A companhia também mantém a Reserva Particular do Patrimônio Natural Estadual Professora Yara C. Nicoletti (RPPNE), em Santa Catarina. Com 285 hectares de Mata Atlântica, a área foi reconhecida em 2018 e reúne espécies em situação de atenção ou ameaça.
Além da função de conservação, a reserva também é utilizada para atividades de educação ambiental. É o caso da Trilha dos Xaxins, percurso guiado de 2,3 quilômetros que permite o contato com a vegetação e a biodiversidade local.
O monitoramento realizado pela companhia também contribui para ampliar o conhecimento sobre as espécies presentes nessas áreas. De acordo com Farina, o acompanhamento da fauna e da flora ocorre periodicamente nas áreas florestais. Nas AAVCs, o ciclo mais recente registrou 31 espécies de animais, incluindo uma classificada como ameaçada de extinção.
Para a companhia, a conservação da biodiversidade integra o próprio modelo de manejo florestal. O planejamento das operações inclui o mapeamento de áreas sensíveis, monitoramento ambiental, prevenção de incêndios e ações para evitar a dispersão de espécies exóticas, conciliando a produção florestal com a proteção dos ecossistemas.
Fonte: Irani



