Companhia registrou EBITDA ajustado de R$ 113,5 milhões, queda anual de 17,1%, impactada pela reforma da MP#5, parada da MP#1 e menor autoprodução de energia
Resultado reflete ganhos de eficiência operacional, controle de custos e avanço dos projetos da Plataforma Gaia, que seguem impulsionando o avanço em receita e equilíbrio financeiro
Novas barreiras nos EUA expõem a dependência comercial do setor e mostram que competir melhor exige negociar lá fora e reduzir a “autotaxação” no Brasil.
Com o acordo, o setor ganha previsibilidade tarifária e ambiente institucional mais estruturado para acessar o mercado europeu, em meio à reconfiguração do comércio internacional.