REDUÇÃO DA VARIABILIDADE OPERACIONAL NO TRATAMENTO DE EFLUENTES
Autores: Felipe De Carli
Ângelo Coelho Meneses
Humberto Luis Alves Batista
RESUMO
O tratamento de efluentes líquidos requer expressivos recursos
financeiros. Em particular, na planta da CMPC Celulose Riograndense
os custos com a Estação de Tratamento de Efluentes (ETE) resultam mais altos, em comparação a outras fábricas do setor, devido a características do corpo receptor de efluentes e a exigências do órgão ambiental. O objetivo deste estudo é o de reduzir o consumo de sulfato de alumínio no tratamento terciário
sem comprometer a qualidade do efluente tratado. Para tanto, a hipótese testada foi a redução da variabilidade operacional
no tratamento secundário utilizando a ferramenta de Controle Estatístico de Processos (CEP) como meio de viabilizar a redução da dosagem de coagulante no tratamento terciário. Os ganhos contabilizados pela redução deste coagulante foram de aproximadamente R$ 2.100.000,00 anuais. A confiabilidade do tratamento de efluentes aumentou, o que foi confirmado pela redução de superações de parâmetros legislados em comparação
a anos anteriores.
Palavras-chave: coagulante, controle estatístico de processos, custos, tratamento biológico, variabilidade.
Autores: Felipe De Carli
Ângelo Coelho Meneses
Humberto Luis Alves Batista
RESUMO
O tratamento de efluentes líquidos requer expressivos recursos
financeiros. Em particular, na planta da CMPC Celulose Riograndense
os custos com a Estação de Tratamento de Efluentes (ETE) resultam mais altos, em comparação a outras fábricas do setor, devido a características do corpo receptor de efluentes e a exigências do órgão ambiental. O objetivo deste estudo é o de reduzir o consumo de sulfato de alumínio no tratamento terciário
sem comprometer a qualidade do efluente tratado. Para tanto, a hipótese testada foi a redução da variabilidade operacional
no tratamento secundário utilizando a ferramenta de Controle Estatístico de Processos (CEP) como meio de viabilizar a redução da dosagem de coagulante no tratamento terciário. Os ganhos contabilizados pela redução deste coagulante foram de aproximadamente R$ 2.100.000,00 anuais. A confiabilidade do tratamento de efluentes aumentou, o que foi confirmado pela redução de superações de parâmetros legislados em comparação
a anos anteriores.
Palavras-chave: coagulante, controle estatístico de processos, custos, tratamento biológico, variabilidade.



