Papel e papelão despontam como alternativas mais sustentáveis para embalagens

Em linha com os desdobramentos recentes da Política Nacional de
Resíduos Sólidos, indústria de celulose e papel mobiliza-se para fortalecer
todos os elos que contemplam a cadeia produtiva e ampliar as vantagens
já oferecidas pelo portfólio renovável, biodegradável e reciclável
Prestes a completar 12 anos,
em agosto próximo, a Política
Nacional de Resíduos
Sólidos (PNRS) fortalece a
sua relevância em um contexto
cada vez mais demandante de condutas
e práticas sustentáveis. Instituído
pela Lei n.° 12.305, de 2010, o conjunto
de diretrizes, estratégias, ações e metas voltado a melhorar a gestão de resíduos
sólidos no País passou por desdobramentos
recentes que prometem alavancar o
trabalho já em andamento: no último
13 de abril, foram lançados o Programa
Recicla+ e o Plano Nacional de Resíduos
Sólidos (Planares).
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Caroline Martin
Jornalista com 17 anos de experiência, sendo 6 deles em redação e 11 como freelancer. Formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Metodista de São Paulo, teve o seu desenvolvimento profissional focado em redação e edição de conteúdos para editorias variadas de veículos impressos e online. O contato com a indústria de celulose e papel teve início em 2010, quando começou a atuar como repórter da revista O Papel, publicação mensal da Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel (ABTCP), que hoje circula nas versões impressa e digital. Desde então, produz reportagens técnicas relacionadas à cadeia produtiva do setor, incluindo análises de mercado, inovações tecnológicas e perfis profissionais. Em 2015, foi vencedora do Prêmio Especialistas — Categoria Papel e Celulose, promovido pela revista Negócios da Comunicação.

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