O artigo analisa o papel das concessões florestais e do financiamento climático na conservação da Amazônia, mostrando como receitas de carbono e serviços ecossistêmicos podem ampliar a competitividade do manejo sustentável.
Mato Grosso do Sul amplia sua atuação no mercado de carbono florestal, integrando produção de celulose, restauração ambiental e novas oportunidades climáticas.
A regulamentação da Política Nacional de Pagamento por Serviços Ambientais reconhece benefícios ecossistêmicos como fontes potenciais de geração de receita e novas oportunidades