Reduzir custos, melhorar a qualidade da impressão e automatizar processos. Essas são metas cada vez mais presentes no planejamento de gráficas brasileiras, que enfrentam um mercado competitivo e em constante evolução tecnológica. Nesse contexto, a importação de máquinas e insumos gráficos tornou-se uma alternativa viável até mesmo para empresas de pequeno e médio porte — desde que conduzida com o suporte técnico e tributário adequado.
Com sede em Santa Catarina, a AIN Global atua como empresa especializada em equipamentos gráficos, oferecendo consultoria completa para que gráficas possam acessar tecnologias de ponta, com economia de até 35% em tributos e redução média de 40% no tempo total da operação.
Entre as máquinas mais importadas com apoio da empresa estão impressoras digitais de alta velocidade, sistemas CTP, impressoras UV LED e máquinas de acabamento automatizado. Em Santa Catarina, destacam-se Florianópolis, pelo setor criativo; Blumenau e Joinville, ligados à moda e embalagens; Chapecó, com forte presença editorial e promocional; e o Sul do estado, com Criciúma e Tubarão focadas em embalagens e rótulos.
“Cuidamos de toda a operação: desde a análise técnica da máquina e escolha do fornecedor até o transporte e desembaraço aduaneiro. Isso dá segurança jurídica e previsibilidade para gráficas que antes viam a importação como um risco alto demais”, explica Jorge Luiz Aguiar Jr., gerente comercial da AIN.
Um dos exemplos mais emblemáticos dessa atuação é a parceria com a Gráfica Volpato, que em 2012 realizou sua primeira importação com a AIN. “Já havíamos feito importações com outra empresa, mas foi com a AIN que encontramos um atendimento mais próximo, direto, e com real interesse em entender nossas necessidades”, afirma Evandro Volpato, diretor da gráfica. Hoje, a empresa importa não apenas máquinas, mas também matéria-prima, com ganhos concretos de produtividade.
A proximidade no atendimento e a estruturação cuidadosa de cada etapa têm sido pontos decisivos. Segundo a AIN, o setor gráfico brasileiro ainda enfrenta gargalos logísticos e tributários que podem inviabilizar operações mal planejadas — especialmente entre gráficas de médio porte que buscam inovação, mas não têm estrutura interna para lidar com a burocracia da importação direta.
Além da economia financeira, a adoção de equipamentos gráficos mais modernos impacta diretamente a produtividade, o tempo de produção e a precisão do resultado final. “O que antes era acessível apenas às grandes empresas hoje está ao alcance de gráficas regionais, que passam a competir com mais eficiência, oferecendo prazos menores e maior qualidade”, explica Aguiar.
A expectativa da empresa é que, nos próximos anos, a demanda por automação e eficiência continue crescendo. “Nosso papel é garantir que a importação seja uma solução, não um problema. E que cada cliente possa avançar com segurança”, finaliza.

Fonte: AIN



