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Kimberly-Clark Quer Mulheres Em Cargos De Liderança

 A Kimberly-Clark, multinacional norte-americana de produtos de cuidados pessoais e bem-estar, estabeleceu, enquanto objetivo global, conquistar a paridade de gênero entre seus talentos até 2031. No Brasil, a companhia investiu na contratação e promoção de mulheres em suas equipes operacionais e de distribuição, alcançando 20% de líderes desse gênero nessas áreas até o final de 2022.  
Como parte dessa jornada, a Kimberly-Clark identificou uma oportunidade de aumentar o número de líderes mulheres nas plantas de Mogi das Cruzes, Suzano e Camaçari. A companhia desenvolveu um projeto para otimização de seu processo operacional, o que possibilitou atualização do escopo de trabalho e criação de novas posições. A ação reforçou seu propósito de cuidado e o compromisso com o desenvolvimento profissional de seus colaboradores, sobretudo as mulheres, já que, com as movimentações, as lideranças podem gerir suas equipes de forma mais consistente e próxima, uma decisão que está garantindo mais eficiência.  
“Sem dúvida a nossa jornada de Inclusão e Diversidade, em especial quando falamos em equidade de gênero, é muito forte. Por isso, novos projetos, como esse, que impactaria em um novo desenho de estrutura, acabou gerando uma oportunidade de acelerarmos nossa agenda de equidade de gênero. Construir uma companhia mais diversa é uma prioridade para nós aqui na Kimberly-Clark e esse pensamento permeia todas as nossas ações”, comenta Felipe Balbino, diretor de Recursos Humanos da Kimberly-Clark no Brasil.  
As mulheres representam 32% da força de trabalho na indústria brasileira, segundo levantamento de 2019 do portal ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável). Tradicionalmente masculino, o ambiente de trabalho fabril apresenta algumas dificuldades para ser transformado, no que diz respeito aos cargos de liderança. No geral, as mulheres qualificadas para gestão operacional são disputadas pelas empresas. Mas o futuro é promissor, já que, de acordo com o último Censo da Educação Superior, do Ministério da Educação, as mulheres já são maioria em algumas áreas da engenharia nas universidades, como a de alimentos, de bioprocessos e biotecnologia e têxtil. 
O esforço da Kimberly-Clark para alcançar essas profissionais tem gerado ótimos resultados. Atualmente, na fábrica de Camaçari, interior da Bahia, onde o projeto nasceu, 45% das posições de liderança são femininas, além disso 62% dos novos cargos de gestão foram ocupados por mulheres. Somente na área de distribuição, especificamente, 67% das novas posições de liderança são ocupadas por mulheres. Já na Fábrica de Suzano, interior de São Paulo, pelo menos 20% das 80 posições de liderança já são ocupadas por mulheres. Em Mogi das Cruzes, também no interior paulista, 27% das novas posições de liderança em produção e manutenção são ocupadas por mulheres. No Centro de Distribuição Mata Atlântica, na mesma cidade, as lideranças femininas representam 30% e um dos times de carregamento mais eficientes é composto 100% por mulheres.   
“Além de garantir diversidade de gênero na companhia e em posições de liderança, que é uma das prioridades dentro de nossa jornada de inclusão e diversidade, os ganhos já são visíveis. Na área de logística, essas profissionais alavancaram a qualidade do planejamento e da organização, bem como o desenvolvimento de projetos relacionados ao talento humano. Na área da Qualidade mostram muita atenção ao detalhe e garantem que os produtos cheguem ao mercado dentro dos padrões de qualidade que temos na companhia”, comenta Carlos Pereira, diretor de operações da Kimberly-Clark no Brasil. 
Para viabilizar o sucesso e oferecer segurança para novos líderes, a Kimberly-Clark garantiu treinamentos para que os colaboradores promovidos estivessem preparados para esse novo papel.  O programa focado em primeiras lideranças auxilia essas profissionais a ganharem confiança e a se desenvolverem nessas posições, oferecendo capacitações que visam ampliar o conhecimento e a aguçar vigilância a respeito de questões táticas e de segurança, priorizando menos horas extras e maior cuidado com os colaboradores. A Kimberly-Clark conta, ainda, com programas de mentoria, possibilitando que as novas líderes tirem suas dúvidas e discutam as dificuldades que naturalmente surgem no processo de imersão e adaptação. 
Equidade de gênero na Kimberly-Clark 
A Kimberly-Clark investe em conscientização e treinamentos voltados à equidade de gênero, além de adotar políticas concretas de contratação, que aumentam a representatividade feminina no quadro de colaboradores, e de promoção, com critérios que protejam a proporção de candidatos. Um exemplo é o programa global “Ela pode”, que tem como objetivo fomentar, promover e acompanhar o desenvolvimento profissional e o networking das mulheres na América Latina. Mais de 350 mulheres participam do programa, que inclui mentoria, autoavaliações, discussões em grupo e workshops.   
Para fortalecer e desenvolver cada um dos pilares de diversidade e inclusão, a companhia busca parceiros que contribuem para evolução e ampliação dos temas internamente. No caso de gênero, desde 2012, é parceira da ONU Mulheres, e em 2016 se juntou à plataforma Movimento Mulher 360. 
Como resultado de todo esse trabalho, em 2022, 66% das contratações e 58% das promoções para cargos de liderança foram de mulheres. No quadro geral da companhia, 42,5% das posições de liderança são ocupadas por elas. A Kimberly-Clark também leva em consideração o aumento de contratadas para os cargos de entrada na companhia: mais de 80% das contratações dos estagiários de graduação selecionados no último programa são mulheres.   
 

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