A Ahlstrom Brasil, subsidiária da empresa finlandesa de papéis Ahlstrom Corp., concretizou a venda da unidade de não tecidos da empresa, localizada em Paulínia (SP), para a também finlandesa Suominen Corporation. A venda foi concluída no dia 10 de fevereiro último, por 17,5 milhões de euros, a partir de uma negociação iniciada ainda em 2011.
“O fechamento do negócio fortalece a posição da Suominen como líder mundial na produção de não tecidos para toalhetes. A empresa é agora a única fabricante de não tecidos com plantas industriais na Europa e nas Américas do Norte e do Sul”, afirmou Nina Kopola, presidente e CEO da Suominen, em entrevista à O Papel.
A entrada da Suominen no Brasil foi motivada, conforme Nina, pela perspectiva de crescimento do mercado de não tecidos no País, não apenas no setor de limpeza, mas em outros segmentos em geral. Como a China figura como o maior produtor de não tecidos em nível mundial, a estratégia da Suominen de ter uma planta local na América do Sul deverá gerar vantagem competitiva com relação a esse concorrente, na visão da executiva.
“A Suominen entra no mercado nacional já detendo de 15% a 20% do segmento de mercado de não tecidos para toalhetes, antes da Ahlstrom Brasil, com um volume de negócios gerados em torno de 20 milhões de euros”, pontuou Nina. A capacidade produtiva dessa planta ainda não é totalmente utilizada, o que permite prever um crescimento da empresa sem a necessidade de grandes investimentos.
Nina destacou que a Suominen atuará com tecnologia de alto padrão e única no Brasil, conhecida por Spunlace, que confere maciez ao não tecido, deixando-o mais absorvente e conferindo-lhe características semelhantes aos tecidos usados na fabricação de panos de limpeza. “Nossos produtos serão comercializados no Brasil com a marca Suominen, a mesma utilizada em produtos vendidos em nível mundial.
Quando indagada sobre a possibilidade de investir na área de embalagens para os próximos anos, a CEO da Suominen respondeu que as oportunidades serão avaliadas no momento certo.
Em relação à estrutura da fábrica, a empresa finlandesa absorveu os 40 profissionais da Ahlstrom Brasil e somará seus próprios profissionais ao quadro administrativo da unidade.
Por Thaís Santi/Direto da Redação
“O fechamento do negócio fortalece a posição da Suominen como líder mundial na produção de não tecidos para toalhetes. A empresa é agora a única fabricante de não tecidos com plantas industriais na Europa e nas Américas do Norte e do Sul”, afirmou Nina Kopola, presidente e CEO da Suominen, em entrevista à O Papel.
A entrada da Suominen no Brasil foi motivada, conforme Nina, pela perspectiva de crescimento do mercado de não tecidos no País, não apenas no setor de limpeza, mas em outros segmentos em geral. Como a China figura como o maior produtor de não tecidos em nível mundial, a estratégia da Suominen de ter uma planta local na América do Sul deverá gerar vantagem competitiva com relação a esse concorrente, na visão da executiva.
“A Suominen entra no mercado nacional já detendo de 15% a 20% do segmento de mercado de não tecidos para toalhetes, antes da Ahlstrom Brasil, com um volume de negócios gerados em torno de 20 milhões de euros”, pontuou Nina. A capacidade produtiva dessa planta ainda não é totalmente utilizada, o que permite prever um crescimento da empresa sem a necessidade de grandes investimentos.
Nina destacou que a Suominen atuará com tecnologia de alto padrão e única no Brasil, conhecida por Spunlace, que confere maciez ao não tecido, deixando-o mais absorvente e conferindo-lhe características semelhantes aos tecidos usados na fabricação de panos de limpeza. “Nossos produtos serão comercializados no Brasil com a marca Suominen, a mesma utilizada em produtos vendidos em nível mundial.
Quando indagada sobre a possibilidade de investir na área de embalagens para os próximos anos, a CEO da Suominen respondeu que as oportunidades serão avaliadas no momento certo.
Em relação à estrutura da fábrica, a empresa finlandesa absorveu os 40 profissionais da Ahlstrom Brasil e somará seus próprios profissionais ao quadro administrativo da unidade.
Por Thaís Santi/Direto da Redação



