Acordo não altera acesso da fibra brasileira ao mercado europeu, mas fortalece ambiente institucional, reduz barreiras administrativas e estimula modernização industrial.
Sexto produto mais exportado do Brasil para a União Europeia, a celulose tende a se beneficiar da abertura comercial contida no acordo, mas ratificação ainda enfrenta desafios
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Rede Conecta, avanços em inteligência artificial na manutenção, pesquisas em biorrefinaria e celulose e iniciativas de formação profissional estiveram entre os destaques
O ABTCP 2026 reuniu profissionais e especialistas em uma programação marcada por discussões sobre competitividade, inovação, transformação digital, sustentabilidade e eficiência industrial
Com o acordo, o setor ganha previsibilidade tarifária e ambiente institucional mais estruturado para acessar o mercado europeu, em meio à reconfiguração do comércio internacional.