Os desafios são globais, mas o Brasil seguirá bem posicionado no mercado internacional de papel e celulose para atender um consumidor cada vez mais antenado e exigente
Novas barreiras nos EUA expõem a dependência comercial do setor e mostram que competir melhor exige negociar lá fora e reduzir a “autotaxação” no Brasil.
Com o acordo, o setor ganha previsibilidade tarifária e ambiente institucional mais estruturado para acessar o mercado europeu, em meio à reconfiguração do comércio internacional.