Introdução
De modo geral, todos os processos químicos utilizam
válvulas para uma operação correta e eficiente,
permitindo, assim, o máximo aproveitamento do
capital investido, com retorno em lucratividade da produção.
No ramo de celulose e papel isso não é diferente e a escolha
incorreta de um equipamento ou acessório pode fazer com
que o tempo de retorno do capital seja longo, podendo mesmo
inviabilizar a continuidade da operação. Tal situação
pode exigir a substituição de determinado equipamento
ou acessório, para que seja estabelecida a produtividade
necessária esperada. Este texto trata especificamente de
válvulas, componentes de tubulações amplamente utilizados
em processos químicos, por isso, também nos processos de
fabricação de celulose e papel. Esse setor é um dos maiores
usuários de válvulas de variados tipos, projetos e tamanhos
existentes no mercado. Desde o início do processo, a picagem
da madeira, passando depois pelas fases de cozimento
dos cavacos, recuperação e evaporação da lixívia, lavagem
e branqueamento da polpa, até a produção final do papel, a
utilização de válvulas é imprescindível.
Esses dispositivos podem ter diversas características
construtivas, que se diferenciam conforme sua aplicação no
processo. Sendo assim, podem ser válvulas de acionamento
manual ou automático, quando para aplicações em controle
on-off, ou controle modulante. O controle on-off é aquele
em que a válvula deve operar a maior parte do tempo na
posição totalmente aberta ou totalmente fechada. Em outras
aplicações pode ser exigido que a pressurização de um equipamento
seja mantida nos limites de um valor considerado
seguro para o próprio equipamento ou sistema.
Technical NOTE
Artur Cardozo Mathias
Válvulas no processo de fabricação de celulose e papel
O PAPEL ABRIL 2010 pp.62-65
Técnico mecânico industrial da Suzano Papel e Celulose. É também consultor em válvulas, tendo ministrado cursos e palestras sobre o tema em empresas, universidades e escolas técnicas. [email protected]
De modo geral, todos os processos químicos utilizam
válvulas para uma operação correta e eficiente,
permitindo, assim, o máximo aproveitamento do
capital investido, com retorno em lucratividade da produção.
No ramo de celulose e papel isso não é diferente e a escolha
incorreta de um equipamento ou acessório pode fazer com
que o tempo de retorno do capital seja longo, podendo mesmo
inviabilizar a continuidade da operação. Tal situação
pode exigir a substituição de determinado equipamento
ou acessório, para que seja estabelecida a produtividade
necessária esperada. Este texto trata especificamente de
válvulas, componentes de tubulações amplamente utilizados
em processos químicos, por isso, também nos processos de
fabricação de celulose e papel. Esse setor é um dos maiores
usuários de válvulas de variados tipos, projetos e tamanhos
existentes no mercado. Desde o início do processo, a picagem
da madeira, passando depois pelas fases de cozimento
dos cavacos, recuperação e evaporação da lixívia, lavagem
e branqueamento da polpa, até a produção final do papel, a
utilização de válvulas é imprescindível.
Esses dispositivos podem ter diversas características
construtivas, que se diferenciam conforme sua aplicação no
processo. Sendo assim, podem ser válvulas de acionamento
manual ou automático, quando para aplicações em controle
on-off, ou controle modulante. O controle on-off é aquele
em que a válvula deve operar a maior parte do tempo na
posição totalmente aberta ou totalmente fechada. Em outras
aplicações pode ser exigido que a pressurização de um equipamento
seja mantida nos limites de um valor considerado
seguro para o próprio equipamento ou sistema.
Technical NOTE
Artur Cardozo Mathias
Válvulas no processo de fabricação de celulose e papel
O PAPEL ABRIL 2010 pp.62-65
Técnico mecânico industrial da Suzano Papel e Celulose. É também consultor em válvulas, tendo ministrado cursos e palestras sobre o tema em empresas, universidades e escolas técnicas. [email protected]



