O nível de reciclagem de papel do Brasil fi gura entre os mais
altos do mundo: levando em conta o consumo aparente,
ou seja, a produção menos as exportações e mais as importações
de papéis, que efetivamente possam ser reciclados
(sem considerar os papéis de fi ns sanitários e especiais que, por
sua natureza e uso, não podem ser reutilizados), chega-se a uma taxa
média de recuperação de 67%, conforme dados recentes da Associação
Nacional dos Aparistas de Papel (ANAP). Quase a totalidade dos
papéis recuperados em território nacional, denominados aparas de
papel, é destinada a processos de reciclagem da indústria papeleira.
Os responsáveis pela recepção, seleção, classifi cação, enfardamento
e transporte das aparas aos fabricantes de papel são os aparistas,
importante elo da cadeia produtiva de reciclagem.
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Jornalista com 17 anos de experiência, sendo 6 deles em redação e 11 como freelancer. Formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Metodista de São Paulo, teve o seu desenvolvimento profissional focado em redação e edição de conteúdos para editorias variadas de veículos impressos e online. O contato com a indústria de celulose e papel teve início em 2010, quando começou a atuar como repórter da revista O Papel, publicação mensal da Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel (ABTCP), que hoje circula nas versões impressa e digital. Desde então, produz reportagens técnicas relacionadas à cadeia produtiva do setor, incluindo análises de mercado, inovações tecnológicas e perfis profissionais. Em 2015, foi vencedora do Prêmio Especialistas — Categoria Papel e Celulose, promovido pela revista Negócios da Comunicação.