Bioeconomia, Um Dos Eixos Para O Pós-Pandemia

POR PAULO HARTUNG


As atuais gerações jamais vivenciaram um momento
tão difícil como o atual. Numa pandemia mortífera,
são várias as trincheiras de enfrentamento. Temos
de lutar para salvar vidas humanas, manter empregos
e fazer a atividade econômica continuar funcionando.
Economista, presidente-executivo da Indústria Brasileira de Árvores
(IBÁ), membro do conselho do Todos Pela Educação, ex-governador
do Estado do Espírito Santo (2003-2010/2015-2018)
Essas prioridades de travessia são impositivas para que o
Brasil não saia de joelhos deste momento de turbulência ímpar.
Precisamos fazer o necessário para que, no pós-pandemia, estejamos
de pé e tenhamos tração suficiente para oferecer oportunidades
a brasileiros, especialmente aos jovens.

Tal roteiro de caminhada deriva de um aprendizado de vida:
toda crise tem início, meio e fim, não importa o quão dura seja
a travessia. Nessa perspectiva, há muito a fazer no hoje em prol
do futuro, como reformas estruturantes, investimento em saneamento
básico, educação e infraestrutura.
A refundação de nossa matriz produtiva, considerando especialmente
o modo como nos relacionamos com a natureza,
é outra tarefa de nossa agenda em prol da viabilidade do futuro
em nosso planeta.
Nesse caminho, o da sustentabilidade, é que o País precisa
transformar seu enorme potencial ambiental em riquezas, renda,
empregos, divisas e, consequentemente, diminuição da desigualdade
social, uma das mazelas que mais nos envergonham.
Dentro de casa, temos um exemplo fortíssimo que aponta
para a direção correta. Trata-se do setor de árvores cultivadas,
que já nasceu sob a luz da bioeconomia. Presente principalmente
em regiões afastadas dos grandes centros, leva oportunidades
a locais antes socialmente deprimidos.
Pela natureza de seu negócio, a indústria de árvores plantadas
pensa cuidadosamente no menor impacto para o meio
ambiente em cada etapa de seu processo, desde o investimento
em pesquisa para aumentar produtividade e melhorar
o manejo no campo até o uso de defensivos agrícolas
biológicos, por exemplo.


Confira o texto na íntegra no texto disponível para download.

Últimas Notícias

Irani anuncia duas novas plantas de embalagens

Com Plataforma Neos, companhia mira dobrar market share em papelão ondulado, de 4% para 8%, apoiada em proteínas, e-commerce e embalagens sustentáveis

Suprema Corte dos EUA derruba tarifas recíprocas de Trump e impõe limites ao uso de poderes emergenciais na política comercial

Decisão retira sobretaxas aplicadas ao Brasil sob a IEEPA, mas mantém tarifas baseadas em outros instrumentos legais.

Acordo UE–Mercosul abre nova janela comercial para celulose, papel e madeira

Com o acordo, o setor ganha previsibilidade tarifária e ambiente institucional mais estruturado para acessar o mercado europeu, em meio à reconfiguração do comércio internacional.

Branded Contents

Swan do Brasil destaca inovação e confiabilidade em instrumentação analítica para o setor de celulose e papel

A instrumentação analítica Swan contribui diretamente para a otimização de processos

Fiedler Automação Industrial apoia projeto na Klabin e contribui para redução de 52% na perda de vapor em Telêmaco Borba (PR) 

Iniciativa na Unidade Monte Alegre da Klabin envolveu inspeções na rede de vapor e aplicação de soluções integradas para ganho de eficiência

Compartilhar

Newsletter

Mantenha-se Atualizado!

Assine nossa newsletter gratuita e receba com exclusividade notícias e novidades