Cbc Chega Aos 65 Anos Em Constante Desenvolvimento

CBC CHEGA AOS 65 ANOS EM
CONSTANTE DESENVOLVIMENTO
Empresa destaca diferenciais tecnológicos, assimilando
know-how da japonesa Mitsubishi há 57 anos e visualiza futuro
em engenharia integrada para atender a tendências do mercado


Tecnologia de ponta e gestão
sólida. Esses dois atributos
garantiram à CBC Indústrias
Pesadas S.A., mais conhecida
por “CBC”, completar seus
65 anos de atividades no Brasil, conforme
Kazumichi Makino, diretor-
-presidente da companhia. Makino
comentou essa trajetória de forma
bastante ilustrativa ao comparar
importantes e complexos momentos
históricos enfrentados pelo País.
“Mesmo dentro do cenário político e
econômico tão conturbado do Brasil,
como a década perdida após o grande
crescimento econômico dos anos
1960, superinflação e plano real dos
anos 1990, o boom de recursos nos
anos 2000, a Lava Jato e a recessão
econômica na década de 2010, a CBC
foi capaz de continuar fornecendo
produtos para atender às necessidades
do cliente”, acrescentou.
Tudo começou quando na década
de 1950 os negócios da caldeiraria
FRIGE, em Varginha-MG, despertaram
o interesse do grupo alemão Von
Thyssen, comandado pela condessa
Anita Thyssen, que fez uma oferta
de compra, concretizando o negócio
no dia 8 de setembro de 1955. Nesse
momento, a calderaria teve seu nome
alterado para Cia. Brasileira de Caldeiras,
com licença para fabricar caldeiras
de Stein Muller, da Alemanha.
A companhia passou por diversas
reestruturações, sendo adquirida
em 1963 pelo grupo japonês Mitsubishi
(Mitsubishi Heavy Industries,
Mitsubishi Corporation e Mitsubishi
Electric Corporation), elevando a
companhia a outro patamar de capacidade
de fabricação e assimilando
toda a tecnologia da empresa
no País. (Confira a linha do tempo
completa da CBC no Brasil).
No ano de 1991, as atividades na
fábrica de Varginha-MG foram encerradas
e transferidas para a unidade fabril
de Jundiaí-SP. Atualmente, todas
as atividades estão concentradas nessa
unidade que foi inaugurada em 1976,
possuindo área construída de 69.860
m², sendo assim, a maior fábrica de
caldeiras da América do Sul.

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Thais Negri Santi

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