A integração de plantas e a especialização de mercado são as armas dos produtores portugueses de papel e celulose para se manterem ativos no mercado mundial do setor. Com produção modesta se comparada a outros países da Europa, ocupando o 14º lugar entre os maiores fabricantes do continente de papel e o 6º de celulose, o país tem o diferencial de apostar na utilização da espécie Eucaliptus globulus, diferentemente do que fazem seus concorrentes mais próximos. “Por causa disso, Portugal já é o segundo maior produtor mundial de celulose de eucalipto, atrás apenas do Brasil e tendo somente a Espanha como concorrente no continente com essa matéria-prima”, conta Paulo Ferreira, professor da Universidade de Coimbra e membro do Conselho Diretivo da Tecnicelpa (Associação Portuguesa dos Técnicos das Indústrias de Celulose e Papel).
O engenheiro esteve em São Paulo durante o ABTCP-PI 2009 para participar do congresso, fazer intercâmbio com pesquisadores brasileiros e divulgar o XXI Encontro Nacional Tecnicelpa, que acontecerá em 2010 em Lisboa, simultaneamente ao Ciadicyp (Congresso Ibero-Americano de Investigação em Celulose e Papel). “Existem novos paradigmas para a indústria, e este é o tema de nosso congresso de 2010, quando iremos falar sobre biorefinaria, novas sequências de branqueamento e novas aplicações para o papel, entre outros assuntos”, diz. Para ele, o setor – não só na Europa, mas no mundo todo – precisa pensar em como manter os negócios diante das mudanças de mercado e consumo que se apresentam com a evolução tecnológica. “Estamos antecipando o que vem no futuro, para que o papel português continue garantido no mercado”, diz.
* Leia a entrevista completa no PDF
O engenheiro esteve em São Paulo durante o ABTCP-PI 2009 para participar do congresso, fazer intercâmbio com pesquisadores brasileiros e divulgar o XXI Encontro Nacional Tecnicelpa, que acontecerá em 2010 em Lisboa, simultaneamente ao Ciadicyp (Congresso Ibero-Americano de Investigação em Celulose e Papel). “Existem novos paradigmas para a indústria, e este é o tema de nosso congresso de 2010, quando iremos falar sobre biorefinaria, novas sequências de branqueamento e novas aplicações para o papel, entre outros assuntos”, diz. Para ele, o setor – não só na Europa, mas no mundo todo – precisa pensar em como manter os negócios diante das mudanças de mercado e consumo que se apresentam com a evolução tecnológica. “Estamos antecipando o que vem no futuro, para que o papel português continue garantido no mercado”, diz.
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