As vendas da celulose brasileira em 2009 já são 5,2% superiores às de 2008 no acumulado de janeiro a outubro. Um ano após a maior crise financeira das últimas décadas, esse dado, embora pareça positivo, ainda não basta para garantir estabilidade aos fabricantes do setor de celulose e papel. O vilão desta vez foi o câmbio, cuja taxa variou de forma abrupta no período e diminuiu em 20% os ganhos dos exportadores. Além disso, os preços das commodities ainda não recuperaram patamares normais, o que torna ainda mais complicado o cenário para quem atua no mercado internacional.
Para o entrevistado da revista O Papel deste mês, Rogério César de Souza, economista do Iedi (Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial), não havia como as empresas exportadoras terem se preparado para esta situação – e mesmo as que atuaram de forma correta por meio de hedges (proteção cambial
por contratos futuros de câmbio ou preço de commodities) tiveram perdas. “O problema no Brasil deve-se à queda muito abrupta do valor do dólar, e ainda não há estabilidade, o que atrapalha as previsões”, afirma. Na entrevista a seguir, ele também explica a crescente entrada de dólares no Brasil, com seus aspectos positivos e negativos para os exportadores.
* Leia a entrevista completa no arquivo PDF
Para o entrevistado da revista O Papel deste mês, Rogério César de Souza, economista do Iedi (Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial), não havia como as empresas exportadoras terem se preparado para esta situação – e mesmo as que atuaram de forma correta por meio de hedges (proteção cambial
por contratos futuros de câmbio ou preço de commodities) tiveram perdas. “O problema no Brasil deve-se à queda muito abrupta do valor do dólar, e ainda não há estabilidade, o que atrapalha as previsões”, afirma. Na entrevista a seguir, ele também explica a crescente entrada de dólares no Brasil, com seus aspectos positivos e negativos para os exportadores.
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