A Fibria, alinhada ao conceito de”fábrica do futuro”, tem inovado com o uso de moderna tecnologia para sedestacar em eficiência operacional na construção da sua segunda linha deprodução de celulose em Três Lagoas (MS). Para a fase atual, a empresa adotou otablet como ferramenta tecnológica, permitindo, em tempo real, o acessoà base de dados do projeto de engenharia, gerando ganhos significativos para aexecução das últimas etapas da obra.
Próxima do início das operações da nova fábrica, previstapara ocorrer em setembro, as obras do projeto Horizonte 2 encontram-se na etapade comissionamento. Essa fase visa assegurar que os sistemas e componentes daunidade industrial estejam projetados, instalados, testados e prontos para umaoperação segura. “O diferencial foi utilizar a tecnologia a nosso favor,fazendo a gestão de ferramentas já existentes, facilitando o acesso dosoperadores às informações necessárias para a execução das atividades”, diz ogerente de Comissionamento, Alexandre Figueiredo.
Com os tablets, dentre outras vantagens, osoperadores acessam informações diretamente na área, evitando o retorno aoescritório para a consulta do projeto em papel. “O dispositivo eletrônicoproporciona mais mobilidade, agilidade, segurança e conforto aos profissionais.Em caso de dúvidas, basta fotografar a operação e enviar imediatamente paraanálise, possibilitando uma rápida gestão e a solução de qualquer equívoco”,diz o gerente.
Os ganhos já são visíveis. Além da agilidade na execução dasdemandas, o uso dessa tecnologia também garante maior assertividade e segurançapara o início das operações da fábrica. “A fase de testes é o período em quedevemos apontar pontos de melhorias para que, quando a fábrica estiveroperando, seja da melhor maneira possível. Com o uso dessa ferramenta, essesapontamentos estão sendo feitos com antecedência, o que irá resultar em umapartida da produção ainda mais segura e com menos possibilidade de pontos aserem ajustados”, diz Figueiredo.
Outro benefício que a tecnologia traz para a nova eraindustrial é a geração de um banco de dados colaborativo. Como cada operadorpossui um dispositivo eletrônico, eles poderão compartilhar seus apontamentos,possibilitando a formação de um material de consulta exclusivo, que ficará àdisposição para que os profissionais da empresa possam consultar em casos dedúvidas.
Fonte: Fibria



