Forest reposiciona marca com foco em economia circular

Forest redefine sua marca, integrando a economia circular em um novo modelo de negócios, promovendo sustentabilidade e inovação no setor

A unificação da Forest Paper e da Revita Ambiental, concretizada em junho, resultou na agora chamada Forest. A nova organização, que reúne as diferentes unidades de negócios em uma só marca, reforça um aspecto competitivo que a Forest considera fundamental: posicionar-se como uma empresa verticalizada, da celulose ao papel formatado, passando pelo corte, rebobinamento e insumos como tubetes, paletes e cantoneiras.

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A Forest conta com quatro unidades de negócios: Unidade de Celulose, com uma fábrica no Paraná; Unidade de Papel, com duas fábricas em São Paulo; Unidade de Conversão, com fábricas em Santa Catarina, Paraná e São Paulo, e Unidade de Insumos, com fábricas em Santa Catarina e Paraná. A empresa dispõe ainda de centros logísticos avançados no Espírito Santo e Pernambuco e recentemente anunciou um escritório comercial em Miami. Com uma capacidade produtiva anual de 300 mil toneladas de corte e rebobinamento de papéis e uma produção de 60 mil toneladas de celulose a partir da desagregação de embalagens longa vida, desponta como a maior recicladora de embalagens longa vida e maior indústria de corte e rebobinamento de papel da América Latina.

O processo de unificação das marcas passou pela condução de Luíza Carvalho, que assumiu a posição de diretora de Recursos Humanos da Forest em abril último. A executiva soma uma experiência de 15 anos na área e revela, na entrevista a seguir, como as frentes de trabalho encabeçadas nos últimos meses têm consolidado o crescimento sustentável da empresa.

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Caroline Martin
Jornalista com 17 anos de experiência, sendo 6 deles em redação e 11 como freelancer. Formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Metodista de São Paulo, teve o seu desenvolvimento profissional focado em redação e edição de conteúdos para editorias variadas de veículos impressos e online. O contato com a indústria de celulose e papel teve início em 2010, quando começou a atuar como repórter da revista O Papel, publicação mensal da Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel (ABTCP), que hoje circula nas versões impressa e digital. Desde então, produz reportagens técnicas relacionadas à cadeia produtiva do setor, incluindo análises de mercado, inovações tecnológicas e perfis profissionais. Em 2015, foi vencedora do Prêmio Especialistas — Categoria Papel e Celulose, promovido pela revista Negócios da Comunicação.

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