A edição de janeiro 2026 da revista O Papel inicia seu novo ciclo editorial com apresentação de investimentos consolidados pelo setor de base florestal relativos a aumento de capacidade produtiva e energia renovável, respectivamente, pelas empresas Trombini e Paraibuna Embalagens.
Na Reportagem de Capa, os leitores poderão conferir detalhes da ampliação de capacidade produtiva da Trombini e modernização da fábrica instalada em Fraiburgo-SC a partir de um aporte de R$ 350 milhões, reforçando sua estratégia comercial.
Já a Entrevista do mês é com Heitor Villela, fundador e presidente do Conselho de Administração da Paraibuna Embalagens, que fala sobre o ingresso da companhia no mercado de energia renovável.
Temos ainda um Perfil Profissional com Caio Zanardo, que encerra seu ciclo executivo na Veracel como CEO e parte para novos desafios na Diretoria de Sustentabilidade, SSQVF e Facilities da Suzano. A transição está sendo conduzida de forma planejada, com Alexandre Lanna, ex-vice presidente do Conselho Executivo da ABTCP, assumindo o cargo de CEO da Veracel como sucessor de Zanardo. “O foco agora é garantir uma transição bem-feita. A Veracel está sólida, preparada e com opcionalidades”, destaca Zanardo em sua entrevista à O Papel.
Nossas colunas assinadas desta edição estão imperdíveis com relevância de dados sobre as perspectivas 2026 e desafios a serem enfrentados em um ano atípico em que começamos nos deparando com a implementação da reforma tributária que precisa de atenção das empresas para garantir ações que preservem seus resultados, Copa do Mundo e Eleições. Será que faltava mais alguma coisa para fazer de 2026 um ano realmente repleto de fortes emoções no mundo corporativo? Sim, faltou citar o cenário internacional também iniciando o ano com novos conflitos geopolíticos.
Portanto, cresce a necessidade de planejar e rever atividades em todas as áreas da empresa, pois, como intitula o colunista Rogério Parente em Competitividade em Foco, “O jogo da competitividade muda em 2026 nas empresas com a reforma tributária, e quem chegar em 2027 no improviso vai pagar mais”.
Por sua vez, Marcio Funchal, colunista de Estratégia & Gestão, recomenda aos empresários do setor de cellulose e papel acelerarem o que ele chama de momento de transição estratégica este começo do ano – a visão e planos traçados em final de 2025 e plano 2026 com suas variáveis definidas pelos cenários nacional e mundial.
Além de trazer informações relevantes sobre mercado, a O Papel de janeiro de 2026 traz artigos técnicos importantes para os avanços de processos e produtos e a coluna Biomassa & Energia Renovável, assinada pelo professor Mauro Berni, cita o Hidrogênio renovável como vetor estratégico para a descarbonização do setor de celulose e papel.
Deixo aqui meus agradecimentos aos que nos acompanharam em 2025 e seguem conosco neste ano novo e meus votos de um 2026 de grande sucesso e força de superação para conquistar tudo que desejam em suas carreiras e empresas.



