Suzano celebra centenário e prospecta novo ciclo de crescimento sustentável

Frentes estratégicas pautadas por inovabilidade contemplam ganhos nos âmbitos econômico, ambiental e social

Ao atingir o marco centenário de sua história em 2024, a Suzano celebra todas as conquistas reunidas até aqui. Mais do que comemorar o aniversário de 100 anos e o posicionamento de destaque global que tem hoje, a companhia reforça o comprometimento em continuar elevando a sua competitividade para promover mais um ciclo de crescimento. “Nossos pilares estratégicos nos permitem sonhar alto, realizarmos mais e sermos melhores para o nosso negócio e para o mundo. Somos uma empresa que trabalha com a meta de ser referência global em soluções inovadoras e sustentáveis, sempre de maneira competitiva”, traduz David Feffer, presidente do Conselho de Administração da Suzano.

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Na avaliação do executivo, o privilégio de uma empresa chegar a dez décadas de atuação advém de muito esforço conjunto e de um modelo de gestão que enxerga companhias como entidades vivas, que precisam estar dispostas a se transformar constantemente para atender e até mesmo para se antecipar às mudanças da sociedade. “Essa trajetória é um sonho que foi muito além do papel e que não termina quando completamos o nosso primeiro centenário, muito pelo contrário, nos permite acreditar que podemos fazer ainda mais não só na nossa companhia, mas para além das nossas fronteiras, certos de que só é bom para nós se for bom para o mundo.”

A árvore plantada desponta como principal matéria-prima da organização e como fonte de inspiração para os próximos capítulos da história. “O eucalipto que cultivamos gera produtos e serviços que atendem às necessidades dos clientes e da sociedade, desde papéis para imprimir e escrever até embalagens, lenços, fraldas, tecidos e biocombustíveis. Nosso propósito é ainda maior: queremos renovar a vida a partir da árvore, gerando impactos positivos para as pessoas e para o planeta. Por isso, temos valores que nos permitem sermos melhores a cada dia, como excelência, integridade, respeito e colaboração”, detalha Feffer.

Segundo o presidente do Conselho, sair do século XXI melhor do que entrou é o desejo que direciona os passos seguintes da jornada. “Nas próximas décadas, vejo a Suzano dentro de um ciclo de crescimento sustentado e sustentável, com protagonismo global e transformação social, mostrando que é possível impulsionar a bioeconomia por meio do eucalipto que cultiva e transforma com excelência, inovação e sustentabilidade. Para alcançar esses objetivos, seguiremos investindo em pesquisa e desenvolvimento, criando produtos à base do eucalipto, que possam substituir materiais não renováveis ou altamente poluentes, como plásticos, tecidos sintéticos e combustíveis fósseis.”

A atuação de hoje, que definirá os desdobramentos futuros da Suzano, também inclui o apoio a projetos sociais e ambientais nas comunidades em que a companhia atua, promovendo educação, saúde, geração de renda, conservação da biodiversidade e restauração de áreas degradadas.

“Além disso, buscamos ampliar a diversidade, a equidade e a inclusão dentro da empresa e em toda a nossa cadeia de valor, ressaltando as diferenças e as potencialidades de cada colaborador, fornecedor e cliente. E como acreditamos que a palavra de ordem do futuro para a solução de problemas complexos é colaboração, continuaremos participando de iniciativas globais para combater as mudanças climáticas, reduzindo as emissões de gases de efeito estufa, aumentando o sequestro de carbono em nossas áreas de plantação e conservação e apoiando a transição para uma economia de baixo carbono”, afirma o presidente do Conselho de Administração da Suzano.

O propósito bem definido de aliar uma atuação amplamente competitiva a contribuições diversas à sociedade acompanha a Suzano em toda a sua trajetória, conforme contextualiza Walter Schalka, presidente da companhia. “O DNA da Suzano é composto de dois elementos fundamentais: inovação e sustentabilidade. Ao longo do tempo, a empresa foi se transformando, desafiando o status quo e mudando as condições de mercado, sempre baseada na mentalidade de empreendedorismo. Isso estende-se até os dias de hoje. (continua…)

Leia a matéria completa no PDF a seguir.

A reportagem faz parte da edição de janeiro da Revista O Papel disponível, por enquanto, em formato digital. Aos assinantes e associados ABTCP, aguardem a edição impressa em seus endereços em breve, com esta e muito mais matérias relevantes.

Confira os fornecedores em destaque e suas palavras à Suzano:

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Caroline Martin
Jornalista com 17 anos de experiência, sendo 6 deles em redação e 11 como freelancer. Formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Metodista de São Paulo, teve o seu desenvolvimento profissional focado em redação e edição de conteúdos para editorias variadas de veículos impressos e online. O contato com a indústria de celulose e papel teve início em 2010, quando começou a atuar como repórter da revista O Papel, publicação mensal da Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel (ABTCP), que hoje circula nas versões impressa e digital. Desde então, produz reportagens técnicas relacionadas à cadeia produtiva do setor, incluindo análises de mercado, inovações tecnológicas e perfis profissionais. Em 2015, foi vencedora do Prêmio Especialistas — Categoria Papel e Celulose, promovido pela revista Negócios da Comunicação.

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