Setor brasileiro de árvores cultivadas exportou US$ 7,5 bilhões no primeiro semestre de 2026, queda de 5,9%. Celulose, papel e painéis de madeira tiveram resultados distintos no período.
A análise compara indicadores da CNI para Celulose e Papel, Móveis, Produtos de Madeira e Transformação, mostrando perda de dinamismo, retração em segmentos específicos e sinais de desaceleração da atividade industrial.
Avanço nas exportações de madeira sinaliza recuperação, mas volatilidade internacional exige diversificação de mercados, produtos e inteligência de dados.
Madeira: Entre pressão externa e ajustes internos, o setor atravessa um ano duro e se prepara para um 2026 de reorganização, cautela e oportunidades seletivas
Com o acordo, o setor ganha previsibilidade tarifária e ambiente institucional mais estruturado para acessar o mercado europeu, em meio à reconfiguração do comércio internacional.