A indústria de celulose requer um grande volume de água em seu processo fabril, o que, conseqüentemente produz um grande volume de efluentes, cujas características variam de acordo com seu processo fabril. A disposição no solo de efluentes do processo de fabricação da polpa celulósica, via fertirrigação, torna-se uma opção atrativa para a destinação final destas águas residuárias.
A flexibilidade das fibras de polpa celulósica, quando em estado úmido, é considerada de importância para a consolidação da folha de papel. Por isso, ao longo dos anos foram desenvolvidos vários métodos para medição da flexibilidade de fibras úmidas individuais.
É analisado o modelo de impregnação alcalina de madeiras de eucalipto e de pinho nas condições da polpação industrial, ou seja, pré-vaporização e impregnação sob pressão. São analisadas diferenças entre as partes central e periférica da seção de um tronco de Eucalyptus grandis com 8 anos de idade e entre madeiras precoce e tardia de um Pinus Elliottii com 25 anos de idade.
Neste artigo apresenta-se o uso da estrutura modular na modelagem e cálculo da operação de lavagem por filtro cilíndrico rotativo a vácuo. Elaborou-se para cada módulo um modelo matemático baseado na teoria fundamental de filtração (a pressão constante) a partir de parâmetros empíricos.
A recalcitrância de uma fração da matéria orgânica dissolvida em efluentes de fábricas de celulose kraft nos sistemas convencionais de tratamento biológico tem levado à busca de alternativas de tratamento que permitem atingir os limites estabelecidos em legislações ambientais cada vez mais restritivas.
No branqueamento ECF (Elemental Chlorine Free – Livre de Cloro Elementar) a estabilidade da alvura da polpa é afetada por pequeno residual de lignina oxidada. Os compostos quinóides gerados durante o branqueamento com dióxido de cloro são uma importante fonte de cromóforos, resultando em perdas na alvura.
A modificação específica ou a remoção de lignina de polpas recicladas de alto número kappa poderia ser uma alternativa para o melhoramento de suas propriedades papeleiras. Neste tipo de experimentos, considerou-se a aplicação de enzimas ligninolíticas.
Paracel, primeira fábrica de celulose do Paraguai, tem 191.809 créditos de carbono aprovados e avança com obras do polo industrial e acordo com a Sudati.
A produção brasileira de celulose bateu recorde de 29,4 milhões de toneladas em 2025, enquanto as exportações chegaram a 20,7 milhões de toneladas, segundo o Relatório Anual 2026 da Ibá.
Rede Conecta, avanços em inteligência artificial na manutenção, pesquisas em biorrefinaria e celulose e iniciativas de formação profissional estiveram entre os destaques
O ABTCP 2026 reuniu profissionais e especialistas em uma programação marcada por discussões sobre competitividade, inovação, transformação digital, sustentabilidade e eficiência industrial