Em dezembro de 2009, a partir da 15ª Conferência das Partes (COP-15), da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, que será realizada em Copenhague, na Dinamarca, o mundo entrará em uma nova fase de negociações e acordos. Por...
Investimentos em equipamentos e no fechamento de circuitos muitas vezes não se pagam, mas as companhias do setor acreditam que devem preocupar-se com o meio ambiente e pensar no futuro, quando a água poderá não ser mais tão acessível
Entre os doze sujos, alguns compostos podem ser relacionados com a indústria de celulose e papel, tais como as dioxinas, furanos e PCBs. A área de pesquisa relacionada com a análise química e efeitos biológicos destas e de outras substâncias que possuem ação biológica marcante, tem sido um campo fértil por longo tempo.
Em 2007, o mercado de tecnologias ambientalmente corretas alcançou a marca de US$ 17 bilhões no País, segundo a pesquisa Tecnologias Sustentáveis no Brasil, conduzida pela consultoria alemã Roland Berger.
Há quarenta anos (Mull 2007), Rachel Carson escreveu Primavera Silenciosa (Carson 1962), um livro revolucionário, alertando o mundo para os riscos do DDT (1,1,1-tricloro-2,2-di(p-clorofenil)etano) e outros compostos químicos sintéticos.
Hoje em dia, em quase todo o mundo, a avaliação da qualidade de efluentes não se restringe apenas às análises físico-químicas, mas também inclui avaliações ecotoxicológicas. No Brasil, desde 2005, esse tipo de avaliação foi incorporado na Resolução CONAMA (Federal). Assim, vários estudos de toxicidade têm sido realizados em efluentes industriais, e valores máximos permissíveis de toxicidade têm sido estipulados para cada fábrica a partir dos órgãos ambientais estaduais. As fábricas de celulose e papel são conhecidas por apresentarem efluentes tóxicos, mesmo após tratamento primário, secundário e até terciário, em alguns casos. Para se reduzir a toxicidade desses efluentes, muito tempo pode ser gasto, uma vez que podem conter mais de dois mil compostos químicos. O TIE (Toxicity Identification Evaluation) é uma ferramenta muito útil na identificação da causa da toxicidade de efluentes. O presente trabalho apresenta os resultados da aplicação do TIE a dez diferentes efluentes de fábricas de celulose e papel da América Latina, bem como as alternativas de remediação que estão utilizando.
Empresas e organizações não governamentais investem na recuperação de um dos mais belos biomas do País – a Mata Atlântica, quase totalmente devastada por diferentes ciclos econômicos que levaram à destruição de 93% de sua área original.
O trabalho investigou a combinação de ozonização com tratamento biológico visando a remoção de compostos recalcitrantes e a melhoria da eficiência do tratamento de efluentes de branqueamento ECF de celulose kraft de eucalipto. O filtrado alcalino de branqueamento foi submetido a ozonização com doses de 100 e 250 mg/L a temperatura de 70ºC e pH 10 (condições industriais).
As incrustações solúveis são formadas por sais de sódio que precipitam na medida em que a concentração de sólidos aumenta durante o processo de evaporação. A solubilidade destes compostos é função da composição química do licor, teor de sólidos e temperatura [2].
Novas barreiras nos EUA expõem a dependência comercial do setor e mostram que competir melhor exige negociar lá fora e reduzir a “autotaxação” no Brasil.
Com o acordo, o setor ganha previsibilidade tarifária e ambiente institucional mais estruturado para acessar o mercado europeu, em meio à reconfiguração do comércio internacional.