No período da crise econômica mundial, a venda de papéis sanitários foi a única do segmento de papel que apresentou alta no mercado doméstico. Por ser considerado produto de necessidade básica, o tissue tem futuro promissor no mercado nacional, onde a renda per capita dos consumidores segue trajetória ascendente no Brasil
Evento em São Paulo reúne executivos do setor que reiteram interesse crescente em selos como FSC e Cerflor. Consumidores finais e grandes compradores, como a fabricante de embalagens Tetra Pak, também sinalizam a busca por documentação que comprove a correta gestão dos recursos naturais.
Em 2010, duas atividades marcarão as atividades da Bracelpa com a finalidade de promover a atuação sustentável das empresas de celulose e papel: o lançamento da Carta de Princípios e a publicação do Relatório de Sustentabilidade 2009/2010. Essas iniciativas,...
Demanda por fechamento de ciclos de consumo e por reaproveitamento de materiais manterá o mercado de papel reciclado em alta. Em paralelo, tecnologias buscam diminuir custos, facilitar processos e dar mais qualidade aos papéis feitos a partir de fibras secundárias
Em setembro, um anúncio do Banco de Brasil em alusão ao Dia da Árvore levava a seguinte mensagem: "Quando a gente evita que uma árvore seja derrubada para virar papel, estamos ajudando a preservar nossa mata nativa". Este é apenas um dos muitos exemplos de falta de informação sobre o setor de papel e celulose, assunto que foi tratado na mesa redonda desta manhã, conduzida pela Comissão Técnica de Meio Ambiente da ABTCP.
O setor de celulose e papel espera do governo brasileiro uma atitude de liderança nas negociações da 15ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-15), conferência que definirá políticas climáticas globais para os próximos...
Em dezembro de 2009, a partir da 15ª Conferência das Partes (COP-15), da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, que será realizada em Copenhague, na Dinamarca, o mundo entrará em uma nova fase de negociações e acordos. Por...
Investimentos em equipamentos e no fechamento de circuitos muitas vezes não se pagam, mas as companhias do setor acreditam que devem preocupar-se com o meio ambiente e pensar no futuro, quando a água poderá não ser mais tão acessível
Entre os doze sujos, alguns compostos podem ser relacionados com a indústria de celulose e papel, tais como as dioxinas, furanos e PCBs. A área de pesquisa relacionada com a análise química e efeitos biológicos destas e de outras substâncias que possuem ação biológica marcante, tem sido um campo fértil por longo tempo.
Em 2007, o mercado de tecnologias ambientalmente corretas alcançou a marca de US$ 17 bilhões no País, segundo a pesquisa Tecnologias Sustentáveis no Brasil, conduzida pela consultoria alemã Roland Berger.
Há quarenta anos (Mull 2007), Rachel Carson escreveu Primavera Silenciosa (Carson 1962), um livro revolucionário, alertando o mundo para os riscos do DDT (1,1,1-tricloro-2,2-di(p-clorofenil)etano) e outros compostos químicos sintéticos.
Hoje em dia, em quase todo o mundo, a avaliação da qualidade de efluentes não se restringe apenas às análises físico-químicas, mas também inclui avaliações ecotoxicológicas. No Brasil, desde 2005, esse tipo de avaliação foi incorporado na Resolução CONAMA (Federal). Assim, vários estudos de toxicidade têm sido realizados em efluentes industriais, e valores máximos permissíveis de toxicidade têm sido estipulados para cada fábrica a partir dos órgãos ambientais estaduais. As fábricas de celulose e papel são conhecidas por apresentarem efluentes tóxicos, mesmo após tratamento primário, secundário e até terciário, em alguns casos. Para se reduzir a toxicidade desses efluentes, muito tempo pode ser gasto, uma vez que podem conter mais de dois mil compostos químicos. O TIE (Toxicity Identification Evaluation) é uma ferramenta muito útil na identificação da causa da toxicidade de efluentes. O presente trabalho apresenta os resultados da aplicação do TIE a dez diferentes efluentes de fábricas de celulose e papel da América Latina, bem como as alternativas de remediação que estão utilizando.
Com o acordo, o setor ganha previsibilidade tarifária e ambiente institucional mais estruturado para acessar o mercado europeu, em meio à reconfiguração do comércio internacional.