Com um investimento de R$39 milhões, o novo centro entrou em operação em abril deste ano, gerando cerca de 100 postos de trabalho e fortalecendo a economia local
Novas barreiras nos EUA expõem a dependência comercial do setor e mostram que competir melhor exige negociar lá fora e reduzir a “autotaxação” no Brasil.
Com o acordo, o setor ganha previsibilidade tarifária e ambiente institucional mais estruturado para acessar o mercado europeu, em meio à reconfiguração do comércio internacional.