Technocoat aposta em slip-sheet sustentável para dinamizar operações logísticas

Techslip, produzido pela Technocoat, substitui pellets de madeira e traz ganhos em eficiência, espaço e custos no transporte de cargas

O Grupo Technocoat oferece o Techslip, folha feita com papel kraft 100% reciclável, para simplificar a movimentação e o transporte de cargas, atuando como alternativa aos tradicionais pellets de madeira. Um levantamento global da “Research & Markets” projeta que o mercado de “slip-sheet” deve crescer a uma taxa composta de 7,5% ao ano até 2030, impulsionado por demandas de sustentabilidade, redução de custos e ganho de espaço na operação. Esse cenário reforça a relevância de soluções como o Techslip no avanço das operações logísticas e na substituição de métodos convencionais.
 

“O Techslip foi pensado para entregar eficiência logística com foco em sustentabilidade. Ele reduz significativamente os custos operacionais e o tempo de carregamento, ao mesmo tempo em que contribui com a redução do uso de pellets de madeira. A solução é produzida com material 100% reciclável e não requer tratamento fitossanitário, o que a torna ideal para empresas focadas em sustentabilidade”, afirma Juline Peres Jurevitz Jansons, coordenadora de vendas na Technocoat.
 

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Com menos de 1 mm de espessura e disponível em versões com até quatro abas, o Techslip suporta volumes entre 400 kg e 2.500 kg, sendo movimentado por empilhadeiras equipadas com o dispositivo “Push-Pull”. Segundo a executiva, essa configuração torna a solução aplicável em operações de estufamento a granel e especialmente vantajosa em casos de cargas batidas. Com o uso combinado de Techslip e “Push-Pull”, um container de 40 pés, que com quatro colaboradores levaria em média 2h30 para ser carregado de forma convencional, pode ter o tempo reduzido para cerca de 30 minutos, com apenas um colaborador – além de ampliar a capacidade de carga por viagem.
 

A solução já é utilizada por empresas dos setores de alimentos, operadores logísticos, fertilizantes e ração animal, tanto no Brasil quanto no exterior, com adesão crescente por parte de organizações com foco em sustentabilidade. Em operações com sacarias, o uso do Techslip também tem gerado ganhos em ergonomia, contribuindo para a saúde e segurança dos colaboradores envolvidos nas etapas de carregamento.
 

Para fábricas com centros de distribuição, Juline Peres afirma: “Além dos ganhos logísticos e de sustentabilidade, o Techslip oferece uma alternativa que reduz significativamente a utilização de pellets de madeira, proporcionando um retorno sobre o investimento em cerca de seis meses e ganhos perceptíveis já nas primeiras fases de operação”.
 

A Technocoat afirma ter a maior capacidade instalada para produção de “slip-sheet” no Brasil, com potencial para converter até 1 mil toneladas/mês, volume que atualmente opera em 300 toneladas mensais. O produto já é utilizado por empresas como a Ajinomoto do Brasil, referência em aminoácidos e dona de marcas como SAZÓN®, MID® e VONO®, com aplicação recorrente em operações industriais que exigem agilidade, resistência e economia.
 

Desde 2019, a Ajinomoto do Brasil adotou o sistema Techslip para as exportações de MSG (glutamato monossódico) ao Japão, substituindo os pellets de madeira por uma solução mais eficiente e sustentável. A mudança, que atende a uma exigência da matriz japonesa, exigiu adaptações na fábrica localizada em Laranjal Paulista (SP), como a aquisição de um equipamento “Push-Pull” e o desenvolvimento de um pallet interno com chapa de PEAD (polietileno de alta densidade).
 

Em 2023, a companhia integrou as áreas de Logística, Comercial, Qualidade e Produção para ampliar ainda mais o uso da solução, apresentando forte crescimento no volume expedido por meio da tecnologia. “O uso do Techslip representa um salto significativo em nossa logística. Conseguimos uma expressiva redução de custos operacionais, além de diminuir o tempo de carregamento de 2h30 para apenas 20 minutos, com menos necessidade de mão de obra e a eliminação dos pellets de madeira, que exigem cuidados sanitários e geram mais resíduos”, explica João Macuco, diretor da planta de Laranjal Paulista da Ajinomoto do Brasil.
 

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