Ciente da urgência de avançar em mecanismos práticos que irão contribuir com a consolidação da economia
de baixo carbono, a Comissão de Meio Ambiente do Senado aprovou, em outubro último, o projeto de Lei n.º 412/2022, que cria o Sistema Brasileiro do Comércio de Emissões (SBCE) e regulamenta o mercado de carbono no País. Na prática, o SBCE é um sistema de precificação de carbono, criado para ampliar o alcance dos compromissos de redução de emissões de gases de efeito Estufa (GEE) assumidos sob a Convenção de Mudanças Climáticas das Nações Unidas e o Acordo de Paris.
Na entrevista a seguir, Luciana Sonck, mestra em Planejamento Territorial, especialista em governança e sócia-fundadora e CEO da Tewá 225, faz uma contextualização sobre os desdobramentos previstos, avalia o cenário que envolve tanto o mercado regulado quanto o voluntário de carbono, e destaca
pontos que são indispensáveis para o Brasil fortalecer o seu papel como agente global da transformação demandada pela sociedade.
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