Aguardada regulação do mercado de carbono no Brasil fortalece união de esforços contra crise climática

Ciente da urgência de avançar em mecanismos práticos que irão contribuir com a consolidação da economia
de baixo carbono, a Comissão de Meio Ambiente do Senado aprovou, em outubro último, o projeto de Lei n.º 412/2022, que cria o Sistema Brasileiro do Comércio de Emissões (SBCE) e regulamenta o mercado de carbono no País. Na prática, o SBCE é um sistema de precificação de carbono, criado para ampliar o alcance dos compromissos de redução de emissões de gases de efeito Estufa (GEE) assumidos sob a Convenção de Mudanças Climáticas das Nações Unidas e o Acordo de Paris.

Na entrevista a seguir, Luciana Sonck, mestra em Planejamento Territorial, especialista em governança e sócia-fundadora e CEO da Tewá 225, faz uma contextualização sobre os desdobramentos previstos, avalia o cenário que envolve tanto o mercado regulado quanto o voluntário de carbono, e destaca
pontos que são indispensáveis para o Brasil fortalecer o seu papel como agente global da transformação demandada pela sociedade.

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Caroline Martin
Jornalista com 17 anos de experiência, sendo 6 deles em redação e 11 como freelancer. Formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Metodista de São Paulo, teve o seu desenvolvimento profissional focado em redação e edição de conteúdos para editorias variadas de veículos impressos e online. O contato com a indústria de celulose e papel teve início em 2010, quando começou a atuar como repórter da revista O Papel, publicação mensal da Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel (ABTCP), que hoje circula nas versões impressa e digital. Desde então, produz reportagens técnicas relacionadas à cadeia produtiva do setor, incluindo análises de mercado, inovações tecnológicas e perfis profissionais. Em 2015, foi vencedora do Prêmio Especialistas — Categoria Papel e Celulose, promovido pela revista Negócios da Comunicação.

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