O Maranhão já é o Estado do açaí e da festa do boibumbá, mas, se depender da Suzano, a partir de 2013 será também o Estado da celulose, onde a empresa instalará sua próxima fábrica, possivelmente com a maior escala de produção do mundo. “A planta, que terá capacidade de produzir anualmente 1,3 milhão de toneladas de celulose 100% para exportação, marca o Nordeste como uma nova
fronteira da celulose”, conta Luiz Cornacchioni, gerente executivo de Relações Institucionais da Suzano.
Os arrojados planos da companhia para a região contemplam, além do Maranhão, uma nova fábrica no Piauí, a ser inaugurada em 2014. No ano passado, o grupo aplicou R$ 361,1 milhões no desenvolvimento das duas novas plantas, cujo investimento total deverá ultrapassar US$ 3 bilhões. “Nesta região temos vantagens competitivas importantes para o crescimento do setor, como a disponibilidade de terras e uma logística interessante, com o porto de Itaqui e ferrovias”, aponta o executivo.
Além de infraestrutura, a Suzano tem encontrado grande apoio da população e do governo regional. José Mauricio de Macedo Santos, secretário de Indústria e Comércio do Maranhão, diz que o Estado entra com o pé direito no setor de celulose ao receber o primeiro projeto de grande porte da região. “É atrativo para todo mundo, e sabemos do poder irradiador desta fábrica, que tem impactos não só no emprego direto para o empreendimento, mas também na criação de uma base florestal muito grande, com a possibilidade de gerar outro tipo de renda”, afirma. (…)
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fronteira da celulose”, conta Luiz Cornacchioni, gerente executivo de Relações Institucionais da Suzano.
Os arrojados planos da companhia para a região contemplam, além do Maranhão, uma nova fábrica no Piauí, a ser inaugurada em 2014. No ano passado, o grupo aplicou R$ 361,1 milhões no desenvolvimento das duas novas plantas, cujo investimento total deverá ultrapassar US$ 3 bilhões. “Nesta região temos vantagens competitivas importantes para o crescimento do setor, como a disponibilidade de terras e uma logística interessante, com o porto de Itaqui e ferrovias”, aponta o executivo.
Além de infraestrutura, a Suzano tem encontrado grande apoio da população e do governo regional. José Mauricio de Macedo Santos, secretário de Indústria e Comércio do Maranhão, diz que o Estado entra com o pé direito no setor de celulose ao receber o primeiro projeto de grande porte da região. “É atrativo para todo mundo, e sabemos do poder irradiador desta fábrica, que tem impactos não só no emprego direto para o empreendimento, mas também na criação de uma base florestal muito grande, com a possibilidade de gerar outro tipo de renda”, afirma. (…)
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