O setor de celulose e papel viveu uma onda positiva pela exportação de celulose para os mercados europeu e asiático em 2015 e 2016, distribuiu dividendos e, agora, conta com sinalizações de boas perspectivas de mercado. Em um cenário de resultados promissores está em pauta uma discussão de grande interesse para essa indústria: as polêmicas restrições à aquisição e/ou arrendamento de terras por empresas brasileiras de capital estrangeiro, especialmente as subsidiárias no Brasil de importantes grupos multinacionais.
Da Redação



