12ª Semana de Celulose e Papel de Três Lagoas reforça contribuição da digitalização em futuro almejado pelo setor

Palestrantes do segundo dia do evento apresentam cases de avanços tecnológicos que resultam em ganhos produtivos e ambientais

Os painéis Celulose II, Meio Ambiente e Recuperação e Utilidades marcaram o segundo dia da 12ª Semana de Celulose e Papel de Três Lagoas, evento promovido pela Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel (ABTCP), entre os dias 20 e 22 de agosto, na fábrica da Suzano situada na cidade sul-matogrossense.

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Moderador do Painel Meio Ambiente, Anderson Luiz Inácio da Silva, especialista de Sustentabilidade da Eldorado Brasil Celulose, ressaltou que a tecnologia atua como uma ferramenta crucial no rol das metas sustentáveis, proporcionando tomadas de decisões com maior assertividade e aumento da segurança produtiva, refletindo em redução de uso e desperdícios de matéria-prima e energia. “As ações de hoje promovem a sustentabilidade para as gerações atual e futura”, lembrou.

Iuri Sousa Diniz, gerente de Recuperação e Utilidades da Suzano Três Lagoas e moderador do Painel Recuperação e Utilidades, contextualizou que a indústria de celulose e papel está em um momento crucial de transformação, impulsionada pela necessidade de conciliar crescimento econômico com sustentabilidade ambiental. “Dentro deste cenário, a tecnologia emerge como um catalisador fundamental para enfrentar os desafios do setor, como a redução do impacto ambiental, a otimização da produção e o atendimento às demandas por produtos cada vez mais sustentáveis, inclusive energia limpa”, esclareceu, adicionando que a automação, a digitalização e a inteligência artificial estão revolucionando os processos produtivos, permitindo maior eficiência, redução de desperdícios, capacitando os times e promovendo melhoria da qualidade dos produtos.

Segundo informou Diniz, o painel abordou a implementação prática de inovações, apresentando casos de sucesso, desafios e melhores práticas. “A troca de experiências entre os participantes é essencial para identificar oportunidades de melhoria contínua, impulsionar a inovação no setor e capacitar os times”, enfatizou, completando que eventos como o realizado pela ABTCP são determinantes para o futuro da indústria de celulose e papel, possibilitando a criação de um setor mais eficiente, sustentável e competitivo.

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12ª Semana de Celulose e Papel de Três Lagoas debate a tecnologia como catalisadora de resultados sustentáveis

A troca de experiências entre os participantes é essencial para identificar oportunidades de melhoria contínua impulsionar a inovação no setor e capacitar os times enfatizou Diniz Crédito Stefanni Gasparini

Júlio César Arsênio, gerente funcional de Secagem e Enfardamento da Eldorado Brasil Celulose, foi um dos palestrantes do Painel Celulose II e apresentou os ganhos energéticos advindos da adequação do uso do vapor flash na etapa de secagem. “O tema é altamente relevante ao cenário atual e futuro, pois, além de reduzir o custo de produção de celulose, contribui com a geração de energia limpa”, justificou.

Na visão de Arsênio, trabalhar em prol do desenvolvimento do setor florestal e industrial, acompanhando as tendências de mercado, sejam elas de novos produtos ou adequações ambientais com redução de gastos com matérias-primas, redução de consumo de recursos naturais e disposição dos resíduos gerados, é o desafio do processo de amadurecimento que levará às práticas futuras. “Usando a digitalização e a tecnologia como aliadas de respostas mais precisas e rápidas chegaremos ao desenvolvimento e crescimento almejado do negócio”, prospectou.

Júlio César Arsênio Crédito Stefanni Gasparini
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Caroline Martin
Jornalista com 17 anos de experiência, sendo 6 deles em redação e 11 como freelancer. Formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Metodista de São Paulo, teve o seu desenvolvimento profissional focado em redação e edição de conteúdos para editorias variadas de veículos impressos e online. O contato com a indústria de celulose e papel teve início em 2010, quando começou a atuar como repórter da revista O Papel, publicação mensal da Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel (ABTCP), que hoje circula nas versões impressa e digital. Desde então, produz reportagens técnicas relacionadas à cadeia produtiva do setor, incluindo análises de mercado, inovações tecnológicas e perfis profissionais. Em 2015, foi vencedora do Prêmio Especialistas — Categoria Papel e Celulose, promovido pela revista Negócios da Comunicação.

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