Na Coluna Bracelpa deste mês, a presidente executiva da respectiva associação, Elizabeth de Carvalhaes, traça um panorama sobre o quanto o setor brasileiro de celulose e papel produziu, vendeu e exportou para os principais mercados mundiais. De acordo com Carvalhaes,...
Nos próximos anos, diversos setores irão suportar o crescimento econômico da região Sudeste, dentre os quais o de celulose e papel. Diante de tantos desafios, O Papel conversou com o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, sobre o que terá de ser feito para ganhar competitividade e encerrar 2010 conforme as expectativas apresentadas nesse caminho de sustentação do crescimento.
"A recessão econômica no Brasil foi a menor do mundo; durou apenas cinco meses", segundo o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles. Para ele, boa parte das medidas tomadas antes da crise contribuiu para reverter a situação, e hoje as reservas do Brasil já somam US$ 244 bilhões, ou seja, estão US$ 40 bilhões acima do patamar pré-crise.
os preços médios da tonelada de celulose de fibra longa (NBSK) nos Estados Unidos e na Europa voltaram aos patamares de meados de 2008, ou seja, anteriores à crise financeira do segundo semestre de 2008 e do primeiro trimestre de 2009.
O sul da Bahia já tem exemplos de sucesso,
como as fábricas da Veracel e da Suzano. Agora,
os Estados ao norte, como Maranhão e Piauí, entram no foco do setor, com pelo menos duas novas fábricas de celulose prometidas para a região nos próximos cinco anos
Há exatamente um ano, quando fizemos a primeira avaliação da crise financeira internacional, afirmamos que o setor de celulose e papel do Brasil estava estruturado para, em 2009 e nos anos subsequentes, prosseguir na sua consolidação como um dos principais players desse mercado. Acreditávamos que seria possível enfrentar a conjuntura provocada pela instabilidade da economia mundial, graças à reconhecida competitividade e produtividade das empresas.
Especialistas apontam avanço de aplicações industriais, novas oportunidades para valorização da biomassa e desafios relacionados à formação profissional e à competitividade do setor
Com o acordo, o setor ganha previsibilidade tarifária e ambiente institucional mais estruturado para acessar o mercado europeu, em meio à reconfiguração do comércio internacional.