Data: 15 e 16 de setembroLocalização:ABTCPRua Zequinha de Abreu, 27.Pacaembu - SPHorário do curso:Das: 08h00 às 17h00Objetivo:Propiciar aos profissionais que atuam direta ou indiretamente no setor papeleiro as informações básicas pertinentes aos processos de fabricação de papéis e discutir...
Objetivo: Difundir conhecimento básico sobre tecnologia de revestimento de papel e cartão.
Público alvo: Operadores de Cozinha e Máquina de Revestimento
Foram 20 anos de espera desde que os primeiros eucaliptos foram plantados. Entre 2006 e o ano passado, mais de 10 mil homens passaram pelas obras e a quantia de US$ 1,8 bilhão foi investida pela Votorantim Celulose e Papel (VCP) e pela International Paper (IP). Objetivo: 1,3 milhão de toneladas de celulose por ano e 200 mil toneladas de papel de imprimir/escrever.
"Meu interesse está no futuro porque, nele, passarei o resto da minha vida."
Charles Franklin Kettering (1876-1958), fundador da Delco e VP da General Motors Research Corporation
Após oito meses consecutivos de queda dos preços internacionais de celulose e papéis, ocorreu, em abril, um cenário misto, no qual os preços da celulose apresentaram alta na China, mas queda nos Estados Unidos e no Brasil.
Enquanto a celulose brasileira de eucalipto é, disparada, a mais competitiva do mundo, o papel fabricado no País ainda enfrenta desafios que vão além da infraestrutura interna e da qualidade técnica, como o amadurecimento de mercados no exterior e a consolidação de empresas
Em 2007, o mercado de tecnologias ambientalmente corretas alcançou a marca de US$ 17 bilhões no País, segundo a pesquisa Tecnologias Sustentáveis no Brasil, conduzida pela consultoria alemã Roland Berger.
Há quarenta anos (Mull 2007), Rachel Carson escreveu Primavera Silenciosa (Carson 1962), um livro revolucionário, alertando o mundo para os riscos do DDT (1,1,1-tricloro-2,2-di(p-clorofenil)etano) e outros compostos químicos sintéticos.
O trabalho tem como objetivo principal estudar como a conformação das cargas minerais pode influenciar as propriedades dos papéis. Selecionaram-se, neste estudo, minerais com diferentes formas: lamelar (talco e caulim), escalenoédrico (duas amostras de carbonatos de cálcio precipitado) e romboédrico (carbonatos de cálcio precipitado e carbonato de cálcio natural). O estudo incidiu, fundamentalmente, na avaliação das características porosimétricas a partir da técnica de porosimetria de intrusão de mercúrio com incidência para a porosidade. Separou-se a porosidade interna da porosidade superficial e estudou-se o perfil de intrusão. Os resultados mostraram que a conformação das partículas minerais influencia a distribuição da dimensão dos poros, tendo-se estabelecido correlações entre as características porosimétricas e as propriedades ópticas, físicas e mecânicas dos papéis.
Hoje em dia, em quase todo o mundo, a avaliação da qualidade de efluentes não se restringe apenas às análises físico-químicas, mas também inclui avaliações ecotoxicológicas. No Brasil, desde 2005, esse tipo de avaliação foi incorporado na Resolução CONAMA (Federal). Assim, vários estudos de toxicidade têm sido realizados em efluentes industriais, e valores máximos permissíveis de toxicidade têm sido estipulados para cada fábrica a partir dos órgãos ambientais estaduais. As fábricas de celulose e papel são conhecidas por apresentarem efluentes tóxicos, mesmo após tratamento primário, secundário e até terciário, em alguns casos. Para se reduzir a toxicidade desses efluentes, muito tempo pode ser gasto, uma vez que podem conter mais de dois mil compostos químicos. O TIE (Toxicity Identification Evaluation) é uma ferramenta muito útil na identificação da causa da toxicidade de efluentes. O presente trabalho apresenta os resultados da aplicação do TIE a dez diferentes efluentes de fábricas de celulose e papel da América Latina, bem como as alternativas de remediação que estão utilizando.
Diante do atual cenário da economia mundial, a Bracelpa ainda não tem elementos suficientes para apresentar previsões relativas ao setor de celulose e papel do País em 2009, principalmente porque os níveis de estoques mundiais e nacionais de celulose continuam muito altos e os mercados ainda estão muito instáveis, o que interfere na comercialização de fibra e também no consumo de papel.
Novas barreiras nos EUA expõem a dependência comercial do setor e mostram que competir melhor exige negociar lá fora e reduzir a “autotaxação” no Brasil.
Com o acordo, o setor ganha previsibilidade tarifária e ambiente institucional mais estruturado para acessar o mercado europeu, em meio à reconfiguração do comércio internacional.