O artigo analisa os impactos de acordos comerciais, EUDR, tarifas americanas e concorrência chinesa sobre a indústria florestal brasileira, destacando desafios e oportunidades para os setores de celulose, papel e madeira.
No artigo, Marcio Tannure aborda que a engenharia é estratégica para transformar as vantagens naturais do Brasil em competitividade na bioeconomia florestal, integrando tecnologia, produtividade, eficiência energética e inovação industrial.
Neste artigo, Gustavo Milazzo aborda o cenário que a madeira brasileira enfrenta tarifas dos EUA, novas exigências do EUDR e mudanças no mercado internacional.
Brasil assume a presidência do ICFPA pelos próximos dois anos, com José Carlos da Fonseca Jr., da Ibá, à frente da entidade. Gestão terá foco em clima, comércio, florestas e inovação.
No artigo, Ana Belizário aborda como a celebração do Dia da Árvore vai além da proteção das florestas e abrange a urgência de discutir o futuro de uma economia de baixo carbono por meio do uso de recursos naturais de maneira responsável
A Semana da Floresta FSC 2026 acontece de 21 a 27 de setembro com o lema “Faça algo pelas florestas”. Campanha reúne empresas, organizações e pessoas para ampliar a conscientização sobre a importância das florestas e incentivar ações para protegê-las.
COMIF cria grupo de trabalho para discutir o uso de retardantes no combate a incêndios florestais, avaliando eficácia, segurança, impactos ambientais e necessidade de regulamentação no Brasil.
Alta da madeira serrada nos EUA é impulsionada por restrições de oferta, enquanto construção fraca e tarifas limitam perspectivas para exportadores brasileiros.
A coluna de Mauro Berni aborda como a ferramenta PSILCA pode fortalecer a sustentabilidade social no setor de celulose e papel brasileiro, apoiando análises de riscos, relações comunitárias e critérios ESG.
Artigo da Ibá analisa o papel da biomassa florestal da indústria de celulose na matriz elétrica brasileira e sua contribuição para a segurança energética.
Setor brasileiro de árvores cultivadas exportou US$ 7,5 bilhões no primeiro semestre de 2026, queda de 5,9%. Celulose, papel e painéis de madeira tiveram resultados distintos no período.
Mato Grosso do Sul amplia sua atuação no mercado de carbono florestal, integrando produção de celulose, restauração ambiental e novas oportunidades climáticas.
Grupo Penha completa 65 anos com 360 mil toneladas anuais de capacidade em embalagens de papelão ondulado, mais de dez unidades e investimentos que marcaram sua expansão e integração industrial.
Com o acordo, o setor ganha previsibilidade tarifária e ambiente institucional mais estruturado para acessar o mercado europeu, em meio à reconfiguração do comércio internacional.