Por Marina Faleiros e Thaís Mattos
O papel brasileiro produzido a partir de florestas plantadas e renováveis ganhou um importante aliado no início de 2010: a iniciativa pública. De acordo com um decreto presidencial assinado em janeiro, compras com tiragem acima de 200 mil unidades das novas edições dos livros distribuídos aos alunos da rede pública pelo Programa Nacional do Livro Didático (PNDL), do Ministério da Educação (MEC), deverão ser impressas em papel certificado. “O Brasil precisa incrementar e fortalecer o mercado interno de papéis, e esse é, sem dúvida, um passo importante para o setor”, aponta Elizabeth de Carvalhaes, presidente da Associação Brasileira de Celulose e Papel (Bracelpa).
José Carlos Wanderley Dias de Freitas, diretor de Administração e Tecnologia do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), que controla o PNLD, conta que a intenção do projeto é criar uma premissa para que a produção de materiais gráficos tenha um conceito de sustentabilidade em relação ao meio
ambiente. “Como o MEC é um dos maiores compradores de papel do Brasil, com mais de 100 milhões de livros por ano, as medidas que toma têm efeito multiplicador, o que é muito importante quando se trata de meio ambiente”, conta Freitas.
* Leia a reportagem completa no PDF
O papel brasileiro produzido a partir de florestas plantadas e renováveis ganhou um importante aliado no início de 2010: a iniciativa pública. De acordo com um decreto presidencial assinado em janeiro, compras com tiragem acima de 200 mil unidades das novas edições dos livros distribuídos aos alunos da rede pública pelo Programa Nacional do Livro Didático (PNDL), do Ministério da Educação (MEC), deverão ser impressas em papel certificado. “O Brasil precisa incrementar e fortalecer o mercado interno de papéis, e esse é, sem dúvida, um passo importante para o setor”, aponta Elizabeth de Carvalhaes, presidente da Associação Brasileira de Celulose e Papel (Bracelpa).
José Carlos Wanderley Dias de Freitas, diretor de Administração e Tecnologia do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), que controla o PNLD, conta que a intenção do projeto é criar uma premissa para que a produção de materiais gráficos tenha um conceito de sustentabilidade em relação ao meio
ambiente. “Como o MEC é um dos maiores compradores de papel do Brasil, com mais de 100 milhões de livros por ano, as medidas que toma têm efeito multiplicador, o que é muito importante quando se trata de meio ambiente”, conta Freitas.
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