Este trabalho aborda o acúmulo dos elementos não processáveis (NPEs) na unidade de recuperação química do processo Kraft. As fontes destes elementos são identificadas, os impactos causados pelo seu acúmulo são discutidos e são discutidas também algumas técnicas aplicadas na remoção destes elementos no processo.
Este trabalho faz parte de um estudo de aspectos da secagem de folhas de celulose sobre uma superfície aquecida, em diferentes condições operacionais e regime de convecção natural no interior de uma estufa. Nesse caso, foram analisados os perfis de temperatura média de amostras de uma única folha de celulose, obtidos para diferentes condições de temperatura de secagem (superfície aquecida).
Para avaliar as alternativas de tecnologia disponíveis atualmente no mercado de celulose e papel, estudos foram realizados com o objetivo de obter uma polpa celulósica com 92%ISO de alvura, boa estabilidade, pequeno impacto ambiental (baixos OX e AOX) e flexibilidade operacional.
O controle convencional do Consumo Específico de Energia (SEC) é capaz de manter o nível de drenagem desejado a curto prazo, se a matéria-prima permanecer estável.
Ao longo da história da fabricação de papel no Brasil, nossas empresas, diferentemente da prática mundial, especializaram-se em trabalhar com furnish composto de 100% fibra curta de eucalipto. Na ausência da fibra longa para proporcionar propriedades inerentes de resistência física, o produtor brasileiro está sempre em busca de alternativas para trabalhar a fibra de eucalipto de maneira a atingir o equilíbrio ótimo entre desenvolver resistência física e minimizar a perda de propriedades estruturais, principalmente bulk.
O conceito anteriormente introduzido em algumas fábricas de celulose de fibras longa e curta de nível ótimo de kappa é aqui adaptado ao processamento de celulose de eucaliptos. Testes de laboratório para aumentar o número kappa do cozimento indicam melhorias de rendimento da polpa ao longo da linha de fibras e também melhorias em algumas propriedades da celulose branqueada.
O presente trabalho visa apresentar, através de exemplos práticos na indústria de celulose e papel, novas ferramentas para avaliação de desempenho e auditoria de malhas de controle. O controle das diversas variáveis de processo disponíveis é fundamental para o bom desempenho da planta e para a qualidade do produto final, resultando numa maior lucratividade.
Neste trabalho, analisa-se a influência da composição química do licor negro de eucalipto em suas propriedades físicas, visando predizer seu processamento na unidade industrial de recuperação. Para tal, utilizaram-se amostras de licor negro de eucalipto provenientes de cinco diferentes unidades industriais brasileiras e desenvolveu-se uma metodologia experimental para a caracterização química do licor.
Combinações do corpo do papel/lisura são consideradas como as propriedades mais importantes da folha para papéis sem pasta mecânica não-revestidos. A partir do ponto de vista da tecnologia da máquina de papel, a preservação do corpo normalmente requer um processamento suave da folha, o que muitas vezes é contraditório em relação às exigências de operacionalidade a altas velocidades.
Com o desenvolvimento das técnicas de analise via espectroscopia no infravermelho próximo, e a conseqüente economia de tempo que essas proporcionam, um fator que passou a ser de grande importância nesses estudos é a forma como as amostras são processadas.
A utilização de cargas minerais, que promovem a alcalinização do meio na fabricação de papel, exige a utilização de agentes de colagem interna adequados. Foram desenvolvidos pelo menos dois tipos de agentes de colagem interna para o processo alcalino, o AKD – Dímero de Alquil Ceteno e o ASA – Anidrido Alquenil Succínico.
A principal área de ação de um layout industrial é sem nenhuma dúvida a empresa, definindo e integrando os elementos produtivos. A questão está relacionada com o local e arranjo de departamentos, células ou máquinas em uma planta ou chão de escritório.
Grupo Penha completa 65 anos com 360 mil toneladas anuais de capacidade em embalagens de papelão ondulado, mais de dez unidades e investimentos que marcaram sua expansão e integração industrial.
Com o acordo, o setor ganha previsibilidade tarifária e ambiente institucional mais estruturado para acessar o mercado europeu, em meio à reconfiguração do comércio internacional.
A embalagem de transporte no padrão 600x400 surge como o novo padrão ideal para o transporte de produtos hortifrutícolas, alinhando-se às práticas modernas e promovendo eficiência e higiene no setor.