Na Coluna Bracelpa deste mês, a presidente executiva da respectiva associação, Elizabeth de Carvalhaes, traça um panorama sobre o quanto o setor brasileiro de...
Luiz Bersou, em sua coluna de Administração Eficaz, fala sobre a importância de saber trabalhar com pouco capital e conseguir os mesmos resultados. O autor explica ainda...
Nos próximos anos, diversos setores irão suportar o crescimento econômico da região Sudeste, dentre os quais o de celulose e papel. Diante de tantos desafios, O Papel conversou com o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, sobre o que terá de ser feito para ganhar competitividade e encerrar 2010 conforme as expectativas apresentadas nesse caminho de sustentação do crescimento.
Os dados de desempenho do setor no primeiro semestre de 2010 reforçam a tendência de recuperação da receita de exportações – que registrou crescimento de 44,9% na comparação com os resultados do mesmo período de 2009 – e do aumento da demanda por celulose e papel brasileiros nos mercados mais impactados pela crise financeira internacional. Até junho, o saldo comercial do setor somou US$ 2,49 bilhões.
A indústria de celulose e papel encerra os primeiros cinco meses de 2010 com crescimento de 45,7% na receita de exportações, movimento que reflete a retomada da atividade econômica e do consumo globalmente. O destaque é para a receita das vendas em tradicionais mercados do setor – tais como a Europa e a América do Norte – que, até o momento, não tinham recuperado o mesmo patamar de compras de antes da crise.
No período da crise econômica mundial, a venda de papéis sanitários foi a única do segmento de papel que apresentou alta no mercado doméstico. Por ser considerado produto de necessidade básica, o tissue tem futuro promissor no mercado nacional, onde a renda per capita dos consumidores segue trajetória ascendente no Brasil
"A recessão econômica no Brasil foi a menor do mundo; durou apenas cinco meses", segundo o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles. Para ele, boa parte das medidas tomadas antes da crise contribuiu para reverter a situação, e hoje as reservas do Brasil já somam US$ 244 bilhões, ou seja, estão US$ 40 bilhões acima do patamar pré-crise.
Com o acordo, o setor ganha previsibilidade tarifária e ambiente institucional mais estruturado para acessar o mercado europeu, em meio à reconfiguração do comércio internacional.
A embalagem de transporte no padrão 600x400 surge como o novo padrão ideal para o transporte de produtos hortifrutícolas, alinhando-se às práticas modernas e promovendo eficiência e higiene no setor.